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Polícia Civil cumpre mandados e empresário é preso com arma e munições em Confresa

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Assessoria | PJC-MT

Um empresário investigado pelos crimes de falsidade ideológico e uso de documento falso foi preso com mais de oitenta munições de diferentes calibres, em ação da Polícia Judiciária Civil, realizada na terça-feira (16.04), no município de Confresa (1.160 km a Nordeste). O trabalho foi deflagrado com objetivo de dar cumprimento a dois mandados judiciais.

As ordens expedidas, uma de busca e apreensão domiciliar e outra de prisão preventiva, foram decretadas pela Justiça em desfavor do empresário, E.G.V., de 45 anos. Dono de uma empresa de madeiras supostamente envolvida em golpes, o suspeito usaria nome e certidões pertencentes à outra pessoa, assim como possui um débito grande em processo judicial.

Durante cumprimento dos dois mandados, os policiais civis apreenderam na residência alvo, na zona rural (propriedade agrícola, região da Lagoa – Sítio Rancho dos Ipês), uma arma de fogo (modelo espingarda) e muitas munições de diversos calibres.

No local, foram apreendidos 52 cartuchos intactos de calibre 20; 25 cartuchos intactos de calibre 36; 05 cartuchos intactos de calibre 32, 02 cartuchos intactos de calibre 12, totalizando 84 munições. Na ocasião foram apreendidos documentos possivelmente falsificados, os quais serão periciados.

Diante do flagrante, E.G.V. foi levado à Delegacia de Confresa, onde teve o mandado de prisão cumprido. Ele também foi autuado pelo crime de posse ilegal de arma de fogo e munições de uso permitido.

Conforme apurado, o conduzido já responde por procedimentos de tentativa de homicídio, disparo de arma fogo, falsidade ideológica, porte ilegal de arma de fogo, lesão corporal grave, associação criminosa e ordem tributária.

Após confecção dos autos, o preso será apresentado para audiência de custódia, colocado à disposição da Justiça.

 

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Mato Grosso

Delegado diz não acreditar em arrependimento de acusado por estuprar meninas de 10 anos

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Acusado de estuprar duas meninas de 10, o jovem Rodrigo de Oliveira Antunes, de 19 anos, foi indiciado  e é investigado em outros três casos de estupro. Ele confessou o crime, disse que estava “muito arrependido” e afirmou que estava alcoolizado quando cometeu os abusos.

 

Apesar de se dizer arrependido, a Polícia não crê nessa hipótese, uma vez que ele já foi reconhecido por outras duas vítimas. Todos os crimes foram cometidos no Município de Cotriguaçu.

 

Segundo o delegado Mateus Almeida Oliveira Reiners, que conduziu as investigações, tudo leva a crer que Rodrigo continuaria a cometer crimes.

“Acho que ele não se sente arrependido, não. Por ter cometido vários delitos, tem-se a sensação de que não iria parar”.

 

Em um vídeo gravado pelos próprios investigadores, Rodrigo relata os passos que antecederam o crime e confessa a autoria.

 

“Eu estava andando de moto, aí furou o pneu e eu vi a menina, estava de moletom vermelho, e aí fui até a casa delas”, disse.

 

Ele é questionado pelos investigadores: “O que você fez com elas na casa delas?”. De cabeça baixa e quase que ininteligível, Rodrigo diz: “Estuprei”.

 

Durante todo o relato Rodrigo olha majoritariamente para baixo, pisca com frequência tentando passar um “ar de inocência” com feições suaves

Mais uma vez os investigadores questionam: “Você está arrependido do que fez?”. Mantendo o mesmo padrão no discurso, ele responde: “Muito senhor”.

 

A prisão de Rodrigo aconteceu no dia 30 de julho, logo após o estupro das menores. Nesta segunda-feira (8) o inquérito foi concluído e o jovem indiciado por estupro de vulnerável.

 

Além das duas menores, Rodrigo é investigado em outros três crimes, em que o mesmo modus operandi se repete.

 

Dos três casos com as investigações em andamento, em dois deles as vítimas também são menores. Rodrigo foi reconhecido por duas delas.

 

Mesmo modus operandi

 

Conforme as investigações, Rodrigo empregava o mesmo modus operandi. Ele sondava as vítimas e cometia os abusos armado com uma faca. A arma, com seu nome cravado na bainha, foi encontrada em seus pertences.

 

Conforme a Polícia Civil, o jovem viu as meninas quando elas saíam de uma festa de aniversário.

 

Ele estacionou a sua moto na rua de cima e voltou a pé para a residência em que viu as meninas entrando.

 

Com a faca ele rendeu as menores e ordenou que elas se despissem, cometendo o crime. Vídeos de câmeras de segurança mostraram ele seguindo as meninas.

 

Durante as investigações, a Polícia descobriu que em outros dois casos que estavam em andamento, o rapaz também era o autor dos crimes. As vítimas o reconheceram.

 

“Um dos casos aconteceu em janeiro, com o mesmo modus operandi. Ao colocar uma faca no pescoço da vítima a levou para um terreno baldio e a estupro”, explicou o delegado.

 

Em outro caso, Rodrigo desligou a energia da casa e tentou estuprar a vítima, que conseguiu se desvencilhar.

 

Existe ainda outro caso em que o jovem é apontado como um dos principais suspeitos.

 

As investigações seguem em andamento.

 

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Motociclista tem cabeça esmagada por carreta em MT

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Um homem de 59 anos, identificado como Esmeraldo David de Melo, morreu na manhã desta quinta-feira (11), após se envolver em um acidente de trânsito em Barra do Garças. Ele teve a cabeça esmagada ao bater a moto que pilotava em uma carreta.

 

De acordo com a imprensa local, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e o Corpo de Bombeiros foram acionados para a ocorrência, na Avenida Ministro João Alberto (BR-070), bem no centro da cidade, por volta das 10h15.

 

Esmeraldo, que trabalhava como mototaxista, teria perdido a direção da moto, uma Honda CG 160 Titan e foi atingido pela carreta Volvo. Com o impacto, ele teve a cabeça esmagada e morreu na hora.

 

O Corpo de Bombeiros chegou a ser acionado, mas apenas constatou o óbito.

“É importante registrar que a urna eletrônica não tem qualquer contato com a internet com cabo, com bluetooth… Ela é um equipamento que funciona de forma isolada”, disse.

 

Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) esteve no local e isolou a área para as investigações que o caso requer.

 

Polícia Rodoviária Federal interditou parcialmente a pista.

 

Conforme testemunhas, o condutor da carreta seguiu viagem normalmente e só parou na ponte que liga Barra do Garças a Aragarças (GO).

 

Questionado pelos policiais rodoviários, ele alegou que não percebeu quando Esmeraldo colidiu em sua carreta. Mesmo assim, de acordo com informações, ele deve responder por homicídio culposo.

Esmeraldo era de Aragarças (GO) e trabalhava como mototaxista há pelo menos 10 anos. Ele deixa esposa e filha.

 

Polícia Civil vai investigar o caso.

 

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Polícia

MP denuncia 17 membros do CV por matar e torturar jovens

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Dezessete pessoas foram denunciadas pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio da 2ª Promotoria de Justiça Criminal de Alta Floresta, por organização criminosa, prática de tortura mediante sequestro, homicídio qualificado (consumado e tentado), ocultação de cadáver, extorsão qualificada e corrupção de menores. As penas poderão passar de 100 anos em relação a alguns acusados.
A denúncia, oferecida na sexta-feira (5), é resultado da Operação Torquemada. Os crimes foram motivados por disputa territorial pelo mercado de tráfico ilícito de drogas entre as facções criminosas comando vermelho e primeiro comando da capital. De acordo com o MPMT, os crimes foram cometidos contra as vítimas Raiane do Nascimento Silva e Carlos Eduardo Santos Azevedo, porque os acusados acreditavam que elas possuíam envolvimento com o PCC.

Consta na denúncia, que a vítima Raiane foi torturada por horas, com agressões físicas em dois cativeiros. Os acusados chegaram a inserir agulhas embaixo das unhas de suas mãos e pés, além de terem arrancado oito unhas dos pés e jogado álcool nos dedos. Partes de seu corpo também foram queimadas com isqueiro.

Carlos Eduardo Santos Azevedo também foi torturado e ao final foi executado com golpes de faca e disparos de arma de fogo. Conforme o MPMT, os denunciados também tentaram matar Raiane com disparos que a atingiram na região da nuca e nas costas. A vítima só sobreviveu porque fingiu-se de morta e depois saiu em busca de ajuda, recebendo tratamento médico no Hospital Regional de Alta Floresta.
Foram denunciados: Alan Caliel Felício Coelho, Alan Rodrigues Antunes, Alícia Santos da Silva, Amanda Rosa Pereira, Angélica Saraiva de Sá, Bruno Barbosa de Souza, Cleidiane Hilário Dorca, Cleiton Cordeiro Rodrigues, Eric Gabriel da Mata Godoy, Lucas Tiago de Freitas, Manoel Messias Oliveira Neto, Oziel Júnior Moreira de Lima, Rayanne Caroline Baez Vera, Sabrina Costa de Arruda da Silveira, Solange de Freitas Mendia, Uelber Souza de Oliveira e Wesley de Souza da Silva.

Do grupo,13 estão presos em unidades prisionais de Alta Floresta, Colíder e Cuiabá. Os atos também tiveram a participação de cinco adolescentes. A organização, segundo o MPMT, era liderada por Angélica Saraiva de Sá, atualmente presa e recolhida no Presídio Feminino Ana Maria do Couto May. Os crimes ocorreram em abril deste ano.

 

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