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Polícia Civil apreende mais de 350 uniformes piratas do Cuiabá Esporte Clube

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Assessoria | PJC-MT

Mais de 350 peças falsificadas de uniformes do Cuiabá Esporte Clube foram apreendidos pela Polícia Civil, na sexta-feira (31.05), em ação realizada pela Delegacia Especializada do Consumidor (Decon).  A apreensão dos produtos piratas aconteceu no local conhecido como “Shopping China”, no Centro de Cuiabá.

As diligências iniciaram após a equipe de investigadores da Decon receber uma denúncia anônima sobre a chegada de uma grande quantidade de camisas do time de futebol, Cuiabá Esporte Clube, que chegaria a Capital. Segundo as informações, as  seriam comercializadas “Shopping China”, estabelecimento formado por pequenas lojas, denominadas “boxes” de comercialização de produtos, 

No comércio, os policiais identificaram a loja em que os produtos estavam expostos para comercialização, sendo apreendidos no local 210 camisetas e 158 calções com brasão do clube, totalizando 368 peças piratas.

Os responsáveis pela loja foram encaminhados a Decon, onde foram interrogados pelo delegado Antônio Carlos Araújo e responderão pelos crime de violação de direito autoral, previsto no artigo 184, paragrafo 2º, do Código Penal, artigo 190 da lei nº 9.279/96 (Lei de Propriedade das Marcas – LPI) combinado com artigo 7, inciso VII, da Lei 8.137/90, que define crimes contra as relações de consumo, com pena prevista de 2 a 5 anos.

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O proprietário do “box” confessou que os produtos expostos no estabelecimento eram de “segunda linha” (falsificados) e que vendia cada peça, camiseta ou calção, pelo valor de R$ 20. Ele disse que adquiriu os produtos com uma pessoa que veio de São Paulo e que somente esta semana vendeu de 20 a 30 peças de uniforme pirateadas.

De acordo com o delegado da Decon, Antonio Carlos Araújo, o uso indevido de marca caracteriza diante da imitação ou reprodução da marca já existente. “Os uniformes falsificados são comercializados especialmente em datas próximas aos jogos e em locais que facilitam o acesso ao produto pirata, induzindo o consumidor a erro com finalidade captação de clientela”, disse.

O representante do Cuiabá Esporte Clube Ltda representou criminalmente na Polícia Civil, solicitando providências a respeito da denuncia em desfavor do autor dos fatos e entregou uma camiseta original para ser enviado a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) para pericia de confronto com o material apreendido.

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Polícia

Homem é detido por embriaguez e confessa tentativa de feminicídio em Cuiabá

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Condutor foi detido após furar um bloqueio da PRF

Em Várzea Grande no km 512 da BR 070, no domingo (10) havia um bloqueio feito pela Polícia Rodoviária Federal , onde havia ocorrido um acidente com vítima morta, momento em que a moto Honda/CBX 250 Twister conduzida pelo senhor R. S. J. (30 anos) invadiu o local onde trabalhavam a PRF juntamente com a Politec.
O condutor foi abordado mais a frente pela equipe de policiais que em fiscalização submeteram o condutor ao teste de etilômetro, onde constataram que o mesmo havia ingerido bebida alcoolica, resultando em 1,12mg/l.
Ao ser informado que seria conduzido por embriaguez ao volante o mesmo confessou ter acabado de esfaquear a sua companheira na residência do casal no Bairo Parque Cuiabá em Cuiabá/MT, imediatamente a PRF entrou em contato com o CIOSP que deslocou uma viatura até o local confirmando o fato.
Ocorrência encaminhada a Policia Civil de Várzea Grande/MT.

Fonte: PRF MT

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Gaeco deflagra operação contra roubo de caminhonetes e defensivos agrícolas em Cuiabá e outros seis municípios

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Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), unidade regional de Sorriso, Polícia Civil, Polícia Militar, Grupo de Combate ao Crime Organizado (GCCO) da Polícia Civil, Ciopaer e a Polícia Rodoviária Federal deflagraram em ação integrada, nesta segunda-feira (11), a operação Camuflagem II. A iniciativa busca coibir o roubo de caminhonetes e insumos agrícolas nos municípios de Sorriso, Lucas do Rio Verde, São José do Rio Claro, Nova Mutum, Sinop, Canarana e Cuiabá.

Ao todo estão sendo cumpridos 9 mandados de prisão e 13 de busca e apreensão. A Operação conta com o apoio da unidade regional do Gaeco em Barra do Garças e das Polícias Civil e Militar dos municípios envolvidos.

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Além de Mirella, madrasta é suspeita de envenenar o sogro

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Polícia Civil solicitou à Justiça autorização para exumação do corpo de Edson Emanoel, avô paterno da menina Mirella Poliane Chue de Oliveira, 11, morta após ser envenenada pela madrasta Jaira Gonçalves Arruda, 42, em junho deste ano. A suspeita é de que o homem também tenha sido envenenado por ela.

 

Jaira foi indiciada nesta quinta-feira (7) pela Delegacia Especializada de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Deddica) por homicídio duplamente qualificado, praticado por envenenamento e motivo torpe. Com a conclusão, o inquérito será encaminhado ao Ministério Público Estadual (MPE).

Durante as investigações, surgiu a suspeita de que Jaira tenha envenenado o avô de Mirella, responsável pela guarda da menor. Por isso, a Deddica solicitou novos exames que contataram essa possibilidade. Edson Emanuel morreu em março de 2018. Após a morte dele, a menina passou a ficar sob os cuidados da madrasta e do pai.

 

“Para confirmar essa suspeita, será necessária a exumação do corpo do avô para coleta de material e exames, que possam apontar vestígios de veneno o que, devido ao tempo, pode não ser possível”, explicou a Polícia Civil.

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Deddica já pediu autorização à Justiça para que uma cópia do inquérito seja encaminhada à Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que será responsável em investigar a suspeita de envenenamento de Edson.

 

Com a conclusão do inquérito, Jaira teve a prisão temporária convertida para preventiva e segue no presídio feminino Ana Maria do Couto May.

 

O crime

Após várias internações, Mirella morreu em junho de causa indeterminada. No entanto, após exames apontaram que no sangue da vítima havia duas substâncias, uma delas é o veneno que provoca intoxicação crônica ou aguda e a morte.

 

Durante as investigações, a polícia descobriu que a menina vinha sendo envenenada aos poucos pela madrasta, que visava uma indenização recebida por ela em decorrência da morte de sua mãe por erro médico logo após o parto.

 

Para os investigadores, ficou claro que o crime foi premeditado e praticado em doses diárias por 2 meses. O veneno usado pela suspeita é proibido no Brasil.

 

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A indenização pela morte da mãe de Mirella é de R$ 800 mil e foi ganho pela família após 10 anos da morte dela. Parte do dinheiro seria movimentado somente após a menina completar 18 anos. (Com informações da assessoria de imprensa)

 

Fonte: Gazeta Digital

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