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Poço sem fundo

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Economia

Por meio de licitação, o governo do Estado contratou a empresa Oficina Engenheiros e Consultores Associado, para realizar estudo de consultoria independente sobre a viabilidade econômica do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) ou dos chamados corredores de ônibus (BRT).

A empresa contratada irá receber R$ 464 mil para fazer atualização dos dados de demanda e da matriz origem e destino dos usuários do sistema de transporte coletivo, dimensionar a oferta, modelar a rede integrada de transporte da Região Metropolitana do Vale do Rio Cuiabá (RMVRC).

Além da empresa, uma comissão federal também está avaliando a possibilidade de retomada ou não das obras do VLT em Cuiabá e Várzea Grande e promete uma definição no início de 2020.

(informações Gazeta Digital e Diário de Cuiabá)

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Economia

Caixa anuncia 6 meses de carência em novos financiamentos imobiliários

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A Caixa Econômica Federal anunciou hoje (9) novas medidas para o mercado de crédito imobiliário, como carência para novos financiamentos, aumento do tempo de pausa nos contratos e renegociação de dívidas, tanto para pessoas físicas quanto para as construtoras. No total, as ações representam R$ 43 bilhões em recursos no mercado imobiliário nos próximos meses. As medidas serão válidas a partir da próxima segunda-feira (13).

Em transmissão ao vivo pela internet, o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, disse que as medidas poderão beneficiar mais de 5 milhões de famílias e preservar cerca de 1,2 milhão de empregos.

Guimarães disse que há um compromisso das construtoras de não demitir, ao renegociar os contratos com o banco. “Não aceitamos demissão. Queremos o maior tipo de proteção para os funcionários. É o equilíbrio entre a questão de preservação de saúde e a questão econômica, que evita as demissões”.

Ações para Pessoas Físicas

A Caixa implementou a pausa de 90 dias no financiamento habitacional, para clientes adimplentes ou com até duas parcelas em atraso, incluindo os contratos em obra.

Segundo Guimarães, quem já pediu dois meses de prorrogação terá a medida ampliada automaticamente para três meses. Ele acrescentou que, se a crise se agravar, a Caixa poderá estender o benefício por mais tempo.

Outra medida é para aqueles clientes que usam o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para pagar parte das parcelas do financiamento. A partir de segunda-feira, os clientes do banco poderão pedir a pausa no pagamento da parte não coberta pelo FGTS da prestação, por 90 dias.

Outra opção para os clientes é continuar pagando as parcelas, mas com redução do valor por 90 dias. A medida é válida para clientes adimplentes ou com até duas parcelas em atraso.

A Caixa também oferece carência de 180 dias para contratos de financiamento de imóveis novos.

Aos clientes que constroem com financiamento da Caixa (construção individual) será permitida a liberação antecipada de até duas parcelas, sem a vistoria.

A Caixa anunciou ainda a renegociação de contratos com clientes em atraso entre 61 e 180 dias, permitindo pausa ou pagamento parcial das prestações.

Medidas para empresas

A Caixa anunciou a antecipação de até 20% dos recursos do financiamento à produção de empreendimentos para obras a serem iniciadas.

Há também a possibilidade de antecipação da liberação dos recursos correspondentes a até três meses, limitado a 10% do custo financiado, para obras em andamento e sem atrasos no cronograma.

O banco liberou ainda recursos de financiamento à produção não utilizados pela empresa nos meses anteriores, limitados a 10% do custo financiado.

Outra medida é a implementação da pausa nos contratos de financiamento à produção por 90 dias, para clientes adimplentes ou com até duas parcelas em atraso, incluindo os contratos em obra.

As construtoras também poderão fazer o pagamento parcial da prestação do financiamento, por até 90 dias, para os clientes adimplentes ou com até duas parcelas em atraso.

Será permitida ainda a prorrogação de carência por até 180 dias, para os projetos com obras concluídas e em fase de amortização.

Outra possibilidade é a prorrogação do início das obras por até 180 dias.

A Caixa também passará a admitir a reformulação do cronograma de obra, nos casos de contingências na execução por questões decorrentes da pandemia de covid-19.

Com o objetivo de reduzir os riscos de contaminação e exposição dos clientes e empregados à covid-19, a Caixa ampliou o prazo de vencimento de laudos e avaliações.

O banco recomenda a utilização dos canais digitais, como Internet Banking e App Habitação Caixa, além dos telefones 3004-1105 e 0800 726 0505, opção 7, ou  o número 0800 726 8068 para renegociação de contrato.

Fonte: Agência Brasil

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Economia

Inflação oficial registra taxa de 0,02% na prévia de março

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O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que mede a prévia da inflação oficial, ficou em 0,02% em março deste ano. Este é o menor resultado para o IPCA-15 em um mês de março desde o início do Plano Real (1994).

Segundo dados divulgados hoje (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa é inferior ao 0,22% registrado em fevereiro e ao 0,54% observado em março do ano passado.

Com o resultado da prévia de março, o IPCA-15 acumula taxas de 0,95% no ano e de 3,67% em 12 meses.

Os principais responsáveis pela queda da taxa de fevereiro para março foram os transportes, que tiveram deflação (queda de preços) de 0,80% no mês, e habitação, que cujos preços recuaram 0,28%.

Nos transportes, destacam-se os combustíveis, que tiveram deflação de 1,19% no mês, devido às quedas de preços da gasolina (-1,18%), etanol (-1,06%), óleo diesel (-1,95%) e gás veicular (-0,89%).

Nos gastos com habitação, o principal destaque é a queda de preços da energia elétrica, que recuaram 1,30%.

Além dos transportes e habitação, registraram deflação os artigos de residência (-0,05%) e vestuário (-0,22%).

Por outro lado, os alimentos e gastos com saúde pressionaram a inflação, evitando uma queda maior da taxa. Os alimentos tiveram alta de preços de 0,35% e saúde e cuidados pessoais registraram inflação de 0,84%.

Entre os alimentos, a inflação foi influenciada pelas altas da cenoura (23,92%), do ovo de galinha (5,10%), do tomate (4,93%) e do leite longa vida (1,37%).

No grupo de saúde, houve altas de 2,36% nos itens de higiene pessoal e de 0,60% nos planos de saúde.

Além dos alimentos e itens de saúde e cuidados pessoais, tiveram inflação os grupos despesas pessoais (0,03%), educação (0,61%) e comunicação (0,33%).

Agência Brasil

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Economia

Com alta de preços, fazer feira ficou mais caro em fevereiro

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O cuiabano começou fevereiro pagando mais caro por frutas e verduras nos supermercados. Neste início de mês, o tomate foi o grande vilão da alta dos preços, conforme pesquisa realizada pela Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf). Segundo análise de valores realizada na Central de Abastecimento de Cuiabá, que abastece o comércio atacadista e varejista de hortifrutigranjeiros da capital e região, o fruto ficou 50% mais caro em apenas sete dias. De R$ 60,00, a caixa com 20kg do tomate saltou para R$ 90.

Outro produto com alta no valor é o jiló, com acréscimo de 35%. Na semana passada a caixa com 15kg estava custando R$ 52. Hoje essa mesma quantidade está R$ 70. Abobrinha, maxixe e a banana-maçã subiram 33%. Há uma semana a caixa com 20kg de banana e 16kg de maxixe custava R$ 60. Hoje esse valor está R$ 80. Já a abobrinha, a caixa com 19kg estava sendo vendida a R$ 30, e uma semana após subiu para R$ 40.

Conforme avaliação do técnico da Seaf, Luiz Henrique Carvalho, que acompanha a variação dos preços dos principais itens da agricultura familiar, as chuvas de verão e quedas na produtividade prejudicaram a safra desses produtos de hortifruti, o que ocasionou o reajuste.

A empregada doméstica Fernanda Aguiar diz que levou um susto ao ir nesta semana no supermercado comprar tomate. “Dobrou o preço de semana para outra. Nem comprando em dia de promoção o preço está menor do que em dias anteriores. Geralmente comprava seis tomates. Acabei levando a metade, torcendo para que na semana que vem esse preço seja menor”, opina Fernanda.

Cotação

A cotação de preços dos 69 principais itens produzidos pela agricultura familiar é realizada semanalmente, por técnicos da Seaf, Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) e Prefeitura de Cuiabá. A pesquisa de preço leva em conta o preço mínimo, mais comum, e o preço máximo dos produtos encontrados nas barracas em três horários distintos durante o período matutino.

Assessoria Seaf-MT

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