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Mato Grosso

PM captura fugitivo do presídio Ahmenon Lemos Dantas em Várzea Grande

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Fugitivo do presídio Ahmenon Lemon Dantas, em Várzea Grande, foi preso em Cáceres na sexta-feira 14/01.

A fuga havia ocorrido na quarta-feira dia 12,após ter uma queda de energia na penitenciária, cerca de presos aproveitaram para fugir.

O fugitivo identificado como Leandro Peron de 35 anos, só foi localizado após a polícia militar receber uma denúncia que ele estaria em Cáceres, na denúncia Leandro estaria em táxi rodando na cidade.

A polícia deslocou até o local fez a abordagem e encontrou Leandro em conversa com o taxista o mesmo informou que o destino de Leandro era Mirassol D’ Oeste.

Leandro já se encontra a disposição da justiça.

A polícia ainda procura os outros fugitivos.

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Mato Grosso

Adoção e o poder de mudar vidas: Jaqueline

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Um olhar e o despertar do amor. Pode ser assim. Simples. O ato da Adoção surge ao longo de um período ou instantaneamente. Assim dizem. Mas sempre com muito amor. Foi o caso da jovem Jaqueline Gama da Silveira Gutiuerres Gimenez. Formada em fotografia ela foi adota com três anos e hoje aos 22 anos ela é a personagem da séria que a Corregedoria-Geral da Justiça (CGJ) do Poder Judiciário de Mato Grosso preparou sobre Adoção. E nós também contamos um pouco da vida de sua mãe, matriarca da família, que também é avó por adoção. Conheça essas histórias emocionantes.
 
Jaqueline nasceu em 26 de setembro de 1999 em Barra do Bugres, mas passou parte da infância em Tangará da Serra. Os primeiros dois anos foram na Casa da Criança. O contato inicial com a família adotiva aconteceu por meio de sua irmã. “Minha irmã foi trabalhar no lar onde eu morava. Foi ali que nos encontramos. Nunca tive uma vida fora da minha família. Não sei como seria uma vida sem eles. Amo cada um deles e procuro passar o maior tempo possível. Foi a melhor coisa que me aconteceu. Tenho uma conexão com minha mãe e meus irmãos, incrível. Eu poderia ter sido adotada por outra família ou ainda ter continuado no lar a espera de alguém, mas ganhei a minha família e isso foi maravilhoso”, disse Jaqueline.
 
Atualmente ela trabalha como servido pública, mas já trabalhou na loja de material de construção do cunhado e possui vários planos para o futuro. “Já fiz a Faculdade de Fotografia. Amo tirar fotos da natureza e da minha família também. Penso em continuar estudando, quem sabe Enfermagem para ajudar pessoas, gosto de viajar e quero conhecer o mundo. Quem sabe um dia morar fora”, revelou.
 
“Em relação à Adoção, posso dizer que meu deu muitas chances. Além de estudar… me proporcionou me sentir assim: amada… Se eu pudesse dizer a outras pessoas como isso foi importante pra mim, eu diria que adotem. É uma escolha muito boa. Muda a vida de uma pessoa. Criança traz alegria e mexe com toda família. Não sei o que seria de mim se minha família não tivesse aparecido. Tenho amigos que foram adotados tardiamente. Isso é outra coisa muito legal, que também temos que falar”, concluiu Jaqueline.
 
A irmã – A advogada, Mayra Gama da Silveira Gutierrez Gimenez Orchel foi a irmã que descobriu Jaqueline. “Eu tinha 19 anos e voluntariei na Casa da Criança em Tangará da Serra e foi amor à primeira vista quando vi a Jaqueline. Tivemos um contato muito próximo e depois minha família. Em pouco tempo percebemos que tínhamos total afinidade e logo realizamos todos os trâmites para ela ser adotada, com a concordância da mãe biológica. A partir daquele momento percebi que queria ser mãe biológica e adotiva. Queria sentir todo o amor possível desta relação”, disse a irmã de Jaqueline.
 
Os planos continuaram ao longo do fortalecimento do relacionamento com o namorado e o convívio em família com a nova irmã. “No Lar vivenciei várias famílias passando por este processo de adoção. Acompanhei isso e vi que era uma experiência única. Começamos amadurecer, eu e meu esposo. E quando casamos fizemos o cadastro de pretendentes à Adoção. Eu estava grávida da minha filha Maria Luiza, minha filha biológica. Estava no quarto mês de gestação e foi quando a Gabriella surgiu. Elas têm quase a mesma idade. Gabriella era pequenininha, tinha problemas para se alimentar e descobrimos que ela tinha autismo, mas o amor supera todas as dificuldades. A maternidade nos proporciona uma grandeza incrível e a maternidade por adoção, ela nos traz uma grandiosidade ainda maior. Não acredito em escolhas e sim em um encontro com um filho que não nasceu de você, mas que você sabe que é seu. Eu queria ser mãe das duas maneiras”, contou empolgada Mayra.
 
Desafios – “Depois de superarmos todas as dificuldades com Gabriella. Alimentares e também as necessidades em decorrência do autismo, que sempre exige muito, percebemos que conseguimos gerar oportunidades a ambas às filhas. Nosso objetivo é que ela seja uma menina independente, que seja feliz e muito amada. O grande benefício da Adoção é que os pais podem viver esta experiência maravilhosa, não apenas a criança ou adolescente, mas também a família. A Adoção não é só a proteção da criança, ela consegue beneficiar toda a família. A Gabriella tem o autismo, mas ela tem inúmeras habilidades. Cozinha muito bem e gosta disso. Ela tem muitos amigos. Quanto à vida profissional, ela ainda tem tempo. Mas queremos que ela seja independente, que vivencie todos os aspectos da vida, como essa menina incrível que ela é e merece”, considerou Mayra, mãe e irmã adotiva.
 
Mãe a avó adotiva – Ângela Regina Gama da Silveira Gutierres Gimenez tem 63 anos e foi mãe adotiva aos 41 anos. Ela é também avó adotiva, por intermédio de sua filha, Mayra. Ao todo são quatro filhos (Mayra, André, João e Jaqueline e duas netas (Gabriella Regina e Maria Luiza). Juíza de Direito da 1ª Vara de Família e Sucessões de Cuiabá ela sempre esteve muito perto desta causa e foi militante pelas comarcas onde passou.
 
“Na época da Jaqueline poderíamos considerar uma Adoção tardia em decorrência do perfil exigido há 20 anos, de ser praticamente bebês recém-nascidos e brancos. Jaqueline já tinha quase três anos e negra. Foi muito especial a chegada dela em nossa casa. Tivemos a oportunidade de desconstruir um preconceito. As pessoas não acreditavam que eu era mãe dela, primeiro pelo tom da pele, segundo pela diferença de idade entre nós. Até hoje não lembramos mais dentro da família que ela nos chegou por meio da Adoção, tão pouco o fato de ser negra. Todos somos humanos e pronto”, disse.
 
“Pude sentir em minha existência que há classificação de filho adotivo ou biológico até que ele chegue para nós. Depois disso são filhos. Tenho o privilégio de ser mãe a avó adotiva. A minha neta que tem autismo nos mostra a todo instante o que é o amor e a minha filha, Jaqueline, que me fez ser uma mãe mais calma, bastava viver, viver em família, acolhendo alegrias e dores. Compartilhando o amor. Adotar nos faz receber muito mais do que ofertamos para as crianças e jovens que nos chegam por Adoção. Ganhamos muito mais, quebramos barreiras, padrões e formatações. Se você não se enquadra nas exigências, você não têm oportunidades e isso deve ser diferente. Viver em família, independentemente de como ela é formada, independentemente de tudo o que a sociedade espera, o mais importante: sermos felizes. É sermos simples e vivermos em verdade, ela só é difícil até que você a diga, depois disso a verdade é libertação. Depois, viver em alegria. Não sei se consigo em palavras mostrar tudo o que sinto pela Adoção. Sou uma pessoa realizada. Que as pessoas consigam se libertar dos medos e que consigam ter seus filhos, independentemente de como eles cheguem até você. Quando ampliamos nossas famílias pela Adoção o amor reverberar por todo o universo e vamos semeado o bom, o bem e paz”, finalizou a magistrada, mãe e avó por Adoção.
 
 
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual.
Foto 1: colorida: Jaqueline com a família  
Foto 2: colorida: Gabriella segura um prato com brownie cobertos com chantily e cobertura de chocolate.
 
 
Mais informações sobre adoção:
 
 
 
 
Ranniery Queiroz  
Assessor de imprensa CGJ
 

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Tangará da Serra fecha a Semana de Enfrentamento ao Assédio e Discriminação do Poder Judiciário

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Nesta sexta-feira (27 de maio) foi realizado na Comarca de Tangará da Serra a última Roda de Conversa da Semana de Enfrentamento ao Assédio Moral, Sexual e Discriminação do Poder Judiciário de Mato Grosso (23 a 27 de maio), que visitou também as Comarcas de Cuiabá, Várzea Grande, Sinop, Rondonópolis, Cáceres e Barra do Bugres.

Com a presença dos membros da Comissão de Prevenção e Enfrentamento ao Assédio Moral, Sexual e Discriminação, do 1º grau, do Tribunal de Justiça, e dos representantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/MT), Defensoria Pública do Estado de Mato Grosso e Ministério Público Estadual, os participantes debateram sobre a importância do combate à todas as formas de assédio e discriminação, assim como a necessidade de manutenção de um ambiente de trabalho saudável e harmônico na instituição.

Durante a conversa, os participantes do bate-papo também puderam entender que algumas medidas não configuram assédio ou discriminação, como a cobrança de metas, do cumprimento do horário de trabalho e a discordância natural de opiniões e ideias.

Segundo a membro da Comissão de Prevenção e Enfrentamento ao Assédio, da 1º instância, Elcy Furquim Rosa, que percorreu diversas comarcas durante a semana, a receptividade e participação nas Rodas de Conversas foi surpreendente e muito positiva. “Foi muito proveitosa a quantidade de servidores, magistrados e colaboradores que conseguimos atingir. Esse evento foi uma sementinha que começamos a plantar e que dará muitos frutos.”

A diretora do Foro de Tangará da Serra, Anna Paula Gomes de Freitas, ressaltou a necessidade de mudança sobre a cultura da tolerância da discriminação e do assédio, assim como o enfrentamento ao tema com seriedade, não apenas como cumprimento de metas dirigidas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). “A questão não é só combater e punir, precisamos prevenir, conscientizar as pessoas e essa é a oportunidade perfeita para isso. Com a contribuição de todos colaboradores do Judiciário, nessa temática tão importante, colheremos resultados que deixarão o nosso ambiente de trabalho ainda melhor.”

Para o presidente da OAB/MT, subseção Tangará da Serra, Jonas Coelho da Silva, a iniciativa do Judiciário de Mato Grosso é primordial e acaba por refletir não apenas no âmbito do trabalho, mas também na vida dos colaboradores e da sociedade. “A OAB se posiciona firmemente contra o assédio, uma vez que essas condutas já estão tipificadas no Código Penal e repercutem nos mais variados meios. Devemos então buscar a pacificação social, a Justiça, e esperamos que a evolução do tempo possa refletir também em evolução comportamental.”

A auxiliar judiciária, Marilete Bertollo dos Santos, está há 27 anos no Poder Judiciário e ressalta que a promoção do enfrentamento ao tema é uma reivindicação necessária e urgente. “A gente que está aqui há mais tempo sabe da importância do combate ao assédio para essa moçada e isso será de grande valia. Eu parabenizo a iniciativa e espero que os colaboradores tenham mesmo a coragem de fazer a notícia.”
 
 
 
 
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição da imagem: fotografia colorida registrando a roda de conversa, formada por magistrados e servidores no Fórum de Tangará da Serra.

 

Marco Cappelletti/Fotos: Alair Ribeiro

 

Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT

 
 

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Mato Grosso

Cadeia pública de Porto Alegre do Norte é inspecionada

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O Poder Judiciário de Mato Grosso concluiu mais uma inspeção nas unidades prisionais do Estado. O juiz substituto da 3ª Vara de Porto Alegre do Norte, Carlos Eduardo Pinho Bezerra de Menezes e o gestor judicial da Vara, Jonathas Costa Guimarães, vistoriaram a cadeia pública de Porto Alegre do Norte (a 1.125 km à Nordeste de Cuiabá). A vistoria cumpre a Resolução n° 47 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que recomenda a verificação periódica das condições das unidades prisionais. O magistrado também realizou reunião com a Polícia Civil e Militar para verificações sobre a segurança pública no Município.
 
O documento traz uma série de critérios a serem observados nas visitas, como situação de abastecimento de alimentos e de kits de higiene pessoal, periodicidade da limpeza e higienização, se houve acréscimo no tempo de permanência em ambientes abertos e se estão sendo realizadas ações de educação em saúde, informações sobre a estrutura física das instalações; a disponibilidade de recursos humanos; prontuários de atendimentos médicos dos presos; energia elétrica, livros, horários para atividades físicas e religiosas, ventilação, visitas, movimentação dos presos, incluindo a população LGBTQIA+.
 
Segundo o magistrado a visita ao local visa o aperfeiçoamento do sistema. “Avalio como produtiva, a inspeção. Segundo o diretor da unidade, Francisco, a cadeia atualmente conta com 64 presos dos municípios de Porto Alegre do Norte, Confresa, São José do Xingu e Canabrava do Norte, mas a capacidade ideal é de 60. Apesar do número acima, as instalações estavam dentro dos padrões. Na fiscalização também dialogamos com os presos, obtendo informações sobre questões de saúde, do tratamento prestado pelos agentes”, disse.
 
Reunião Polícia Militar e Polícia Cívil – Posteriormente foram realizadas duas reuniões com a Polícia Militar e a Polícia Civil sobre a segurança pública em geral de interesse da comunidade. “Debatemos sobre crimes mais corriqueiros e uma forma de tentar estudar uma prestação jurisdicional mais eficiente, as reuniões também contaram com a presença do Ministério Público. Além disso, falamos sobre pequenas adequações na tramitação dos inquéritos policias e nos procedimento de custódia”, detalhou.
 
Participaram das reuniões o delegado adjunto de Confresa, Higo Rafael, o delegado de São José do Xingú, Gustavo Ataíde, o delegado da DERF de Confresa, Bruno Gomes, o delegado regional, Marcos Leão, o delegado titular de Confresa, Victo Donizete e a Promotora de Justiça, Vanessa Assis Baruffi.
 
Essa matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência. 
Foto 1: colorida. Participantes da reunião estão todos perfilados em pé..
 
Larissa Klein  
Assessoria de imprensa CGJ
 
 
 
 
 
 
 

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