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Saúde

Planos de saúde realizaram mais de 1,5 bilhão de procedimentos em 2017

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O número é 3,4% maior do que o registrado em 2016, quando foram realizados 1,46 bilhão procedimentos, como consultas, atendimentos ambulatoriais, exames, terapias e internações - Marcello Casal jr/Agência Brasil

Os planos de saúde brasileiros realizaram 1,51 bilhão de procedimentos médicos e odontológicos em 2017. Segundo dados divulgados hoje (3) pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), o número é 3,4% maior do que o registrado em 2016, quando foram realizados 1,46 bilhão procedimentos, como consultas, atendimentos ambulatoriais, exames, terapias e internações.

A maior parte dos procedimentos é formada por exames complementares, que somaram 816,9 milhões em 2017, de acordo com a ANS.

Apenas as consultas médicas tiveram queda em relação a 2016 (-1%), os demais procedimentos tiveram alta: outros atendimentos ambulatoriais (11,3%), exames complementares (2,5%), terapias (10,6%), internações (2,6%) e procedimentos odontológicos (5,2%).

 

Fonte: Agência Brasil

 

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Saúde

Perda auditiva pode provocar ansiedade, estresse e até depressão, alerta fonoaudióloga

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Não escutar aprisiona, separa, isola e paralisa. Inúmeras experiências são deixadas de lado pela dificuldade de ouvir. Em Mato Grosso, de acordo com o Ministério da Saúde, existem mais de cem mil pessoas com alguma dificuldade para escutar. Esse mal ainda é responsável por provocar tristeza, ansiedade e estresse, levando à depressão, doença que já atinge 300 milhões de pessoas em todo o mundo.
Trazer de volta a possibilidade de viver melhor, de forma libertadora é o desejo de quem passa por isso, mas muitas vezes não sabe que é possível. Hoje, diversas estratégias são utilizadas por profissionais da saúde para ajudar um paciente a voltar ouvir. A indicação do aparelho auditivo é uma das mais comuns.
A fonoaudióloga Samia Ribeiro explica que quando as vias auditivas não são estimuladas, elas acabam perdendo a capacidade de processar os sons, fato que contribui para dificuldades de atenção e memória. O aparelho auditivo, num trabalho integrado entre família, paciente e profissional, devolve a boa comunicação e consequentemente bem-estar e qualidade de vida. “É difícil encontrar o tratamento de forma integrada em Mato Grosso e até mesmo no Brasil. Por isso, trabalho humanizando a relação com o paciente e tecnologia, através de um acompanhamento constante e individual, entendendo a necessidade de cada um, o que proporciona mais resultado. Em alguns casos, há necessidade de treinamento para que o paciente possa reaprender a ouvir”, pontua.
Ainda de acordo com a profissional, a perda auditiva pode provocar malefícios não apenas físicos, mas psicológicos também. “Baixo autoestima, pouco convívio social, e até depressão são ocasionados quando não se ouve bem. O diagnóstico precoce e tratamento adequado são essenciais para controlar os impactos iniciais e avançados. “Não é preciso esperar ficar surdo, ou perder parte da audição para buscar ajuda. Os aparelhos estão disponíveis para todas as idades, para todo tipo de perda sonora, discretos e acessíveis para aquisição”, dispara.
Vale destacar que em algum momento da vida, todos estão sujeitos a lidar com a perda auditiva. De acordo com a OMS, cerca de 1,1 bilhão da população mundial dos 12 aos 35 anos tem chances de apresentar perda de audição nos próximos anos.   “Meus pacientes usufruem de um protocolo único alinhando aparelhos auditivos líder do mercado, produzidos por cientistas em um Centro de Pesquisa de Audição, na Califórnia. Somos únicos em Mato Grosso com a tecnologia”, enfatiza Samia, responsável pela Audax Aparelhos Auditivos.
Genuinamente mato-grossense, a Audax está no estado há 10 anos e busca devolver ao paciente toda a interação com o mundo, oferecendo aparelhos auditivos, produtos para tratamento do Zumbido e acessórios.  “Nossa missão é melhorar a qualidade de vida de todas as pessoas atendidas pela Audax, levando a melhor experiência auditiva, de forma personalizada e humanizada, conectando-as com o mundo”, afirma a profissional.

Serviço
Localizada em Cuiabá, atende em dois endereços:
Loja 01: Rua Cândido Mariano, – Centro Norte (65) 3625-5463
Loja 02: Av. Cel. Escolástico, 210 – Lixeira (65) 2127-2040

Da assessoria

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Saúde

Estados Unidos autorizam primeiro medicamento à base de maconha

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O produto foi autorizado para tratar convulsões associadas a duas formas raras e severas de epilepsia em pacientes com 2 anos de idade ou mais (Divulgação/Anvisa)

A Food and Drugs Administration (FDA), órgão que regula medicamentos e alimentos nos Estados Unidos, anunciou hoje (26) a aprovação, pela primeira vez, de um remédio à base de maconha. O produto foi autorizado para tratar convulsões associadas a duas formas raras e severas de epilepsia em pacientes com 2 anos de idade ou mais.

Em nota, a FDA destacou que a aprovação do medicamento demonstra como o avanço da pesquisa científica sólida para investigar ingredientes derivados da maconha pode levar a terapias importantes.

“Este é um avanço médico importante. Mas também é importante notar que isso não é uma aprovação da maconha ou de todos os seus componentes. Esta é a aprovação de um medicamento específico à base de CBD [canabidiol] para um uso específico. E foi baseado em ensaios clínicos bem controlados avaliando o uso do composto no tratamento de uma condição específica”, diz a nota da entidade.

A FDA destacou ainda que o remédio constitui uma forma purificada de canabidiol, a ser entregue aos pacientes em forma de dosagem confiável no intuito de garantir que as pessoas em tratamento obtenham os benefícios esperados. “É assim que a ciência médica sólida avança”, concluiu o órgão.

 

Fonte: Agência Brasil

 

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Saúde

Campanha de vacinação contra gripe atinge 65% do público-alvo no Rio

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As doses da Vacina contra a gripe imunizam as pessoas contra os três subtipos de gripe que mais circulam no inverno: A/H1N1, A/H3N2 e Influenza B - Antonio Cruz/ Agência Brasil

A campanha nacional de vacinação contra a gripe, que terminou na última sexta-feira (22), atingiu apenas 65% do público-alvo no estado do Rio de Janeiro. O público com menor cobertura foram as crianças entre 6 meses e 4 anos de idade. Apenas 42% delas foram imunizadas durante a campanha, segundo informações do governo fluminense.

Outro público com cobertura vacinal abaixo da média foi aquele formado pelas gestantes (54%). Como o resultado ficou abaixo do esperado, a vacina continuará a ser oferecida para o público-alvo indicado enquanto houver doses disponíveis.

Além do público-alvo, poderão ser vacinados crianças de 5 a 9 anos e adultos de 50 a 59 anos. As doses imunizam as pessoas contra os três subtipos de gripe que mais circulam no inverno: A/H1N1, A/H3N2 e Influenza B.

De acordo com o governo fluminense, de janeiro até 21 de junho deste ano, foram notificados 601 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no estado, sendo 23 deles causados pelo vírus H1N1 e 24 provocados pelo vírus H3N2. No mesmo período, foram notificadas 67 mortes por SRAG, sendo 4 por H1N1 e 4 por H3N2.

 

Fonte: Agência Brasil

 

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