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Paraguai entrega líder do PCC ao Brasil após tentativa de resgate

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O Paraguai entregou a autoridades brasileiras Giovanni Barbosa da Silva, considerado líder do Primeiro Comando da Capital, horas depois de uma tentativa de libertá-lo com um ataque à delegacia na qual estava preso.

A entrega foi feita na Ponte da Amizade, segundo o Ministério do Interior do país vizinho. Do lado paraguaio, participaram do procedimento funcionários do Departamento contra o Crime Organizado, do Ministério Público e da Direção Geral de Migração, com base no acordo de cooperação internacional entre as instituições policiais da Tríplice Fronteira.

O procedimento segue uma ordem do presidente paraguaio, Mário Abdo Benítez, que decretou a “expulsão imediata” de Giovanni, com casos pendentes no Brasil por tráfico de drogas e associação para o crime.

O chefe de governo fez o anúncio após as forças de segurança terem rechaçado um ataque de cerca de 20 homens armados para resgatar o líder do PCC, que foi preso na noite deste sábado em uma estrada pública na cidade de Pedro Juan Caballero, na fronteira com o Brasil.

Os criminosos fizeram reféns três agentes da Polícia Nacional que faziam a guarda da sede da Investigação Criminal na cidade, um dos centros de operações do PCC no Paraguai. O ataque terminou com a libertação dos policiais e a detenção de dois supostos integrantes do grupo.

O Ministério do Interior anunciou a transferência dos dois detentos para a sede do Agrupamento Especializado da Polícia Nacional, em Assunção, para posteriormente responder ao Ministério Público.

Conhecido como ‘Bonitão’ e ‘Coringa’, Giovanni é considerado pelo MP do Paraguai o novo líder do PPC no país. O grupo está baseado na nação vizinha e mira o controle do tráfico de drogas e armas.

Há pouco menos de um ano, 76 prisioneiros, em sua maioria do PCC ou relacionados à facção, escaparam da prisão em Pedro Juan Caballero através de um túnel escavado durante uma semana. Um mês depois, o Ministério Público apresentou um relatório especializado mostrando que os guardas permitiram a fuga.

 

 

*FONTE:EFE

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Washington mantém esquema de segurança após posse de Biden

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Mesmo após a posse de Joe Biden na quarta-feira (20), o esquema de segurança da capital dos EUA, Washington, continua reforçado. 

Depois da invasão de apoiadores de Trump ao Capitólio no último dia 6, 25 mil homens da Guarda Nacional foram deslocados à Washington para evitar ataques e violência durante a cerimônia de Biden, e agora, as tropas continuam na cidade.

A correspondente da RecordTV nos EUA Luciana Camargo mostra no vídeo abaixo que ruas continuam bloqueadas e o lockdown imposto na cidade continua ativo.

*FONTE:R7

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Biden propõe à Rússia ampliação de tratado nuclear por 5 anos

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presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, propôs à Rússia uma ampliação de cinco anos do último tratado de desarmamento em vigor entre as duas potências nucleares, o Novo Start, que expira em 5 de fevereiro, disse nesta quinta-feira (21) a porta-voz da Casa Branca, Jen Psaki.

“Posso confirmar que os Estados Unidos buscarão uma prorrogação de cinco anos”, afirmou Psaki em entrevista coletiva ao ser perguntada com base em uma notícia do Washington Post que havia antecipado a informação.

Biden inicia mandato revertendo decisões do governo Trump

“O presidente deixou claro durante muito tempo que o Novo Start é do interesse nacional dos EUA. E esta extensão faz ainda mais sentido quando a relação com a Rússia é antagônica, como ocorre neste momento”, disse Psaki.

A porta-voz explicou que enquanto Biden quer trabalhar com o Kremlin para estender o tratado, a Rússia também deve “ser responsabilizada por suas ações imprudentes e conflituosas”.

Portanto, o novo presidente dos EUA pediu às agências de inteligência que fizessem uma avaliação completa da suposta interferência de Moscou nas eleições americanas de novembro do ano passado, o uso de armas químicas contra o opositor russo Alexei Navalny e recompensas russas ao Talibã em troca da morte de soldados americanos no Afeganistão.

Psaki não detalhou quando a comunidade de inteligência entregará a avaliação desses atos a Biden, nem revelou que tipo de ações o presidente dos Estados Unidos poderia tomar contra a Rússia.

Extensão por 5 anos

Quanto ao Novo Start, Biden teve a opção, assim como seu antecessor, Donald Trump, de buscar uma solução temporária para o tratado e prorrogá-lo por um curto período de tempo, mas defendeu a prorrogação por cinco anos, ou seja, até 2026, como estabelecido no pacto quando foi assinado em 2010.

Nesta semana, o Kremlin já havia dito que continuava empenhado em estender o Novo Start por cinco anos e esperava “propostas concretas” de Biden, que tomou posse ontem.

Nos últimos meses, o governo do ex-presidente Donald Trump tentou, sem sucesso, encontrar uma solução temporária e prorrogar o pacto por um curto período, mas nenhum acordo se materializou com o presidente russo Vladimir Putin, que em outubro tinha proposto uma prorrogação de um ano.

O principal ponto de atrito entre as duas potências foi a insistência do governo Trump de que a China fizesse parte das negociações, apesar da recusa do gigante asiático em se sentar à mesa de negociações, alegando que tem muito menos armas nucleares do que Washington e Moscou.

A Rússia, por sua vez, argumentou que a França e o Reino Unido, as outras duas potências nucleares declaradas membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU, deveriam ser incluídas em qualquer caso.

O Novo Start limita o número de armas nucleares estratégicas, com um máximo de 1.550 ogivas nucleares e 700 sistemas balísticos para cada uma das duas potências, em terra, no mar ou no ar.

Especialistas temem que a expiração do Novo Start leve a uma nova corrida armamentista nuclear, pois pela primeira vez desde 1972 não haveria um acordo de controle de armas nucleares em vigor entre as duas maiores potências nucleares do mundo.

 

 

*FONTE:R7

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Ex-presidente do Banco do Vaticano é condenado a 9 anos de prisão

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ex-presidente do Banco do Vaticano, Angelo Caloia, foi condenado nesta quinta-feira (21) a 8 anos e 11 meses de prisão após ser considerado culpado de crimes de desvio de recursos e lavagem de dinheiro, por um tribunal do Vaticano.

Caloia, de 81 anos, foi chefe da entidade, conhecida oficialmente como Instituto de Obras de Religião (IOR_ entre 1999 e 2009. Com a sentença desta quinta, ele se tornou o funcionário de cargo mais alto no Vaticano a ser condenado por um crime financeiro.

Além dele, também foram condenados os advogados italianos Gabriele Liuzzo, 97, e seu filho Lamberto Liuzzo. Os dois atuavam como consultores do banco.

Os três homens foram acusados de participar de um esquema em que desviavam recursos enquanto administraram as vendas de imóveis na Itália que pertenciam ao banco entre 2001 e 2008. Eles teriam desviado dezenas de milhões de euros declarando valores muito menores do que os que tinham sido obtidos nas negociações

Gabriele Liuzzo recebeu a mesma sentença que Caloia, enquanto Lamberto foi condenado a uma pena menor, de 5 anos e 2 meses de prisão, por ter agido de forma imprópria.

*FONTE:R7

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