fbpx

Mato Grosso

Médico cardiologista surge como nova opção para a Câmara Federal

Publicados

em

 

Se aproximando de mais um pleito eleitoral, vários nomes conhecidos na politica mato-grossense já se colocam na corrida eleitoral para as vagas tanto estadual, quanto federal, nesse sentido surgem também nomes novos dentro do cenário políticos, como do médico cardiologista, Carlos Carretoni , um homem que sabe o que é saúde e que pode surpreender nesta eleição.

Carretoni é recém filiado ao partido Republicanos e já se posicionou como pré-candidato a uma vaga na Câmara Federal, muito tem se ouvido falar sobre a sua pré-candidatura, tem conduta expressiva e ilibada, muito o conhecido e solicitado Dr. Carretoni poderá ser uma das surpresas desta eleição de 2022.

Na área da saúde seu nome é bem conhecido, sendo um dos cardiologistas mais conhecido no estado de Mato Grosso, e com relevantes serviços prestados à população desde a sua chegada no nosso estado. Nos bastidores, quem o conhece o descreve como ser humano discreto, competente e muito respeitado em seu meio. Muito conhecido por seu trabalhos, sempre presente em todas as camadas sociais, dono de uma simplicidade impar que conquista a todos que o conhecem, atributos que o colocam em evidência e o gabaritam para o cargo.

Ficou mais conhecido ainda ainda na pandemia, trabalhou como um gigante na comissão parlamentar de contenção do COVID 19, atuando de forma consistente nos projetos governamentais Arena Pantanal, Hospital Estadual Santa Casa e criou o protocolo de abordagem de todo o sistema prisional do estado Mato Grosso abraçados por seus colegas da saúde.

Vossa incursão no mundo político é nova somente no que tange ao pleito; na vida cotidiana é um requisitado médico, tratado com carinho por todos e muito atuante ao lado de acamados. Fácil encontrá-lo em hospitais visitando conhecidos, mesmo quando não responsável por esses pacientes. De forma desprendida faz medicina visando o sucesso terapêutico! Famoso por atender pacientes dos seguimentos sociais distintos com a mesma disposição, atenção e competência. Atributos que com certeza lhe trará votos em todo o Estado pelo conhecimento que se acredita, nem ele mesmo sabe que tem, caso venha chancelar sua candidatura na convenção do partido Republicanos.

Mas quem é Carretoni, Pré-Candidato a Deputado Federal?

Nascido em Campinas-SP, morou praticamente a vida toda no Pantanal. Aos 8 anos foi estudar em Campinas-SP e na sequência foi estudar em Campo Grande na época MT! Grande época no Colégio Salesiano – Dom Bosco onde teve interesse por música e contato com vários amigos (Gilson Espíndola, Grupo Terra, Almir Sater, Tete Espíndola, Denise, Paulinho). Fundaram uma banda chamada Voo Livre de repente se viu prestando vestibular para Medicina e iniciando na Federal a caminhada nessa faculdade!

Nesse tempo começo difícil, seu pai tinha falecido de acidente de carro e ele trabalhava à noite e estudava de dia. Desenvolvendo sempre ações sociais, fazendo amigos e após especialização 2 anos em Clínica Geral perguntou a um amigo (Gerson Gattas Orro) que tinha chegado de SP quem é o cara em Cardiologia no Brasil e ele respondeu: José Carlos Nicolau! Disse vou
atrás dele! Hoje grande amigo que coordena área de Cardiologia no INCOR-SP e chefe de outro
grande amigo Roberto Kalil (Sírio Libanês)!

“Então fui tocado e, digo por Deus para vir para Cuiabá chegando em dezembro de de 1999 onde iniciamos nossa trajetória e história de vida

Comentários Facebook
Clique para comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Mato Grosso

Judiciário altera Código de Organização e torna regra de movimentação interna mais isonômica

Publicados

em

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso alterou o seu Código de Organização e Divisão Judiciária para permitir que na movimentação interna dos juízes e juízas seja oportunizada a todos os magistrados e magistradas com lotação em qualquer uma das 79 Comarcas no Estado que, antes da realização da promoção de juiz e juíza titular de vara, seja oportunizada a remoção de vaga decorrente de remoção.
 
Essa modificação, que alterou o artigo 179-A da Lei 4.96/85 ( Código de Organização e Divisão Judiciária do Estado de Mato Grosso), de acordo com a presidente do Tribunal de Justiça, desembargadora Maria Helena Póvoas, possibilita tratamento isonômico aos magistrados e magistradas. Antes da alteração, a remoção, conforme aponta o artigo 179-A, previa a remoção apenas nas Comarcas de Entrância Especial – Cuiabá, Várzea Grande, Rondonópolis e Sinop.
 
A alteração não provoca nenhum impacto financeiro/orçamentário, uma vez que a mudança apenas ampliou a abrangência de entrâncias.
 
A proposta do Judiciário foi aprovada pelo Legislativo e sancionada pelo governador do Estado, culminando com a Lei Complementar 740/2022.
 
 
 
Álvaro Marinho
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

Comentários Facebook
Continue lendo

Mato Grosso

Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça antecipa sessão para dia 19 de julho

Publicados

em

A Terceira Câmara de Direito Privado, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, comunica aos advogados e advogadas, membros do Ministério Público, às partes interessadas e aos jurisdicionados em geral, que a Sessão Ordinária por videoconferência marcada para 20 de julho será antecipada, extraordinariamente, para o dia 19 de julho, terça-feira, às 14h.
 
A Terceira Câmara de Direito Privado é presidida pelo desembargador Carlos Alberto Alves da Rocha e composta pelos desembargadores Dirceu dos Santos e Antônia Siqueira Gonçalves.
 
Álvaro Marinho
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

Comentários Facebook
Continue lendo

Mato Grosso

Testemunha diz que mulher pediu para ‘Japão’ atirar em todo mundo

Publicados

em

Conforme uma testemunha ouvida pelo Mídia News, que pediu para não ser identificada, a mulher de Japão pediu para o agente do sistema socioeducativo Alexandre Miyagawa, atirasse em todo mundo. A testemunha afirmou que viu toda a dinâmica da confusão que resultou na morte do agente.

Durante a conversa, a testemunha contestou a versão dada pela mulher de Miyagawa, Janaina Sá, de que o agente não estava com arma em punho quando recebeu os tiros do vereador.
Disse que estava já distante do casal, mas que teria ouvido a Janaina gritar: ‘Saca a sua arma aí agora, e dá tiro em todo mundo’. Nessa hora, o Japão levantou a arma para cima e saiu andando para atravessar a rua. Uma pistola pequena, preta. Aí alguém gritou: ‘Ele está armado'”, afirmou.

O agente, conhecido como Japão, morreu em frente a uma distribuidora de bebidas, em Cuiabá, morto a tiros pelo vereador Marcos Paccola (Republicanos), no início da noite de sexta-feira (1).

A mulher contou que estava no local com o marido e um casal de amigos, quando ouviu um barulho alto vindo da rua. Instantes depois, ela conta que uma atendente do local anunciou que era um carro branco que havia invadido a via na contramão.

“Ao ouvir o barulho, ouvi gritos, e fui correndo ver, porque meu marido havia estacionado nosso carro na rua. Ao chegar próxima ao carro, os donos dos outros carros já estavam no local”.

“Eu fui olhar o carro do meu marido para ver se não tinha batido e arranhado. E ouvi ela, ainda dentro do carro, super alterada, gritando muito e batendo no volante: “Eu não aguento mais!”, relatou a testemunha ao contar que era a mulher quem conduzia o carro.
Segundo a testemunha, Janaina desceu do carro “bastante alterada” e partiu para cima das pessoas que estavam ali questionando o que ela havia feito.

“Ela desceu do carro, veio para cima de nós – donos dos carros – e nos questionou: O que eu fiz de errado? Bati no seu carro? Eu disse: Não bateu. E virei as costas. Nisso ela veio atrás de mim e gritou: Oh do cabelão, volta aqui. O que eu fiz errado? E eu disse que ela havia entrado na contramão e quase matado um motoqueiro. E ela gritou: Foda-se! Eu entro na contramão a hora que eu quero, essa rua é minha, é a rua da minha empresa”, contou.

“E eu dei de ombros, e ela começou a gritar com outras pessoas que estavam no local chamando de maconheiros, drogados, disse que ninguém prestava. E uma pessoa de dentro da distribuidora começou a discutir com ela”.

Ela contou que, durante o bate-boca, o agente desceu do carro aparentemente alcoolizado, mas calmo, e tentou retirar a mulher da confusão.
“O Japão estava todo tempo tentando conter ela, dizendo ‘calma’, tentava retirar ela dali, e ela gritava e xingava ele. Ele estava visivelmente bêbado, mas estava calmo. E ela estava alteradíssima”, contou.

 

Paccola e os tiros

 

A mulher revelou que, por estar no meio da confusão, não viu o momento exato em que o vereador Paccola chegou ao local. Ela disse que apenas lembra de vê-lo ao seu lado, observando a movimentação.

 

“Nessa hora o Paccola já tinha chegado e estava analisando a situação. Eu não vi ele chegar, só vi quando ele apareceu do meu lado. Eu já distante do casal, não sei o que foi dito nem o que aconteceu, só ouvi ela gritar pro Japão: ‘Saca a sua arma aí agora, e dá tiro em todo mundo'”.

 

“Nessa hora, o Japão levantou a arma para cima e saiu andando para atravessar a rua. Era uma pistola pequena, preta. Eu vi. Aí alguém gritou: Ele está armado. Nessa hora, o Paccola passou correndo e gritou: ‘Abaixa a sua arma’, algumas vezes. E depois, aconteceu o que aconteceu”, contou.

 

A mulher disse ainda que ouviu ao menos três disparos de arma de fogo, mas não sabe precisar com certeza. “Nessa hora eu desviei o olhar porque fiquei com medo. E depois eu ouvi o Paccola falar para o assessor: pega a arma dele”, disse.

 

“Após os tiros, ela [Janaina] foi para cima do Paccola o questionando porque ele havia matado o Japão, xingava ele, e fazia vídeo. O Paccola, ao lado da Janaina, dizia: Eu te defendi. Eu ouvi ele falando”, disse.

 

A mulher afirmou que irá procurar as autoridades policiais para prestar oficialmente um depoimento nesta segunda-feira (4). Ela não quis se identificar por temer pela sua segurança.

 

Versão da viúva

 

Em conversa com o MidiaNews, Janaina relatou que Alexandre, conhecido como “Japão”, morreu de forma banal. “Ele nem soube por que morreu, coitado”, lamentou.

 

Janaina admitiu que dirigia o carro em alta velocidade na contramão e que Alexandre estava armado, porém garante que ele não apontou a pistola para ninguém.

 

Ela relatou que os dois estavam indo ao Choppão e, como não havia vaga nas proximidades, resolveu estacionar em outro ponto.

 

Após cruzar a Filinto Müller em alta velocidade, ela disse que resolveu parar para fazer xixi em uma distribuidora de bebidas que fica na esquina.

 

“Ele [Alexandre] falou: ‘Amor, espera”. Falei que não ia esperar porque estava louca para ir ao banheiro. E saí andando. Ele saiu do carro colocando a arma dentro do coldre, com um celular em uma mão e, na outra mão, a carteira”, afirmou.

 

Janaina conta que, nesse momento, percebeu que Paccola estava se aproximando. E que o marido estava vindo atrás dela, com o celular em uma mão, a carteira na outra e arma no coldre.

 

“Depois só escutei os disparos. E quando percebi, o Alexandre já estava no chão”, disse ela. O caso está sendo investigado pela DHPP.

Comentários Facebook
Continue lendo

Política

Polícia

GERAL

Mais Lidas da Semana