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Polícia

Comandante do Gefron nega invasão e morte dentro de território boliviano; Sesp investiga imagens e áudio

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Assessoria

O jornal boliviano “EL DEBER”, localizado em Santa Cruz de La Sierra, interior da Bolívia, acusa, em uma reportagem, que a Polícia de Fronteira brasileira é suspeita de matar o presidente de uma comunidade chamada Mercedes de Soliz, próximo de San Ignácio de Velasco, na última quarta-feira (1). O local fica dentro do território boliviano, a 25 km da fronteira com o Brasil.

“A polícia brasileira entrou em nossa comunidade Mercedes de Soliz, a 25 km da fronteira. Supostamente, a desculpa é que eles estavam atrás de alguns bandidos; chegaram, fizeram três curvas e, quando algumas pessoas perceberam que estavam armados, tocaram os sinos para comunicar a emergência. Os membros da comunidade deixaram suas casas para tentar falar e tentaram fugir, mas dispararam. Reunimos cerca de 45 cartuchos de balas “, diz Janet Ardaya, chefe da comunidade e segundo chefe da Associação de Conselhos Indígenas de San Ignacio de Velasco (Acisiv), disse, em entrevista ao ” El Deber”.

De acordo com o portal, o incidente ocorreu na quarta-feira, 1 de julho, às 18h19. O presidente da comunidade, Vicente Tapeosí, de 40 anos, acabou morto na ação.

“O posto mais próximo ficava a 20 quilômetros de distância, então ele sangrou até a morte e morreu”, explicou Ardaya.

O corpo de Tapeosí está no necrotério de La Pampa, em Santa Cruz de la Sierra. Os membros da comunidade aceitaram que ele fosse enviado à capital para a autópsia , com a condição de ser devolvido à sua terra, explicou o prefeito de San Ignácio de Velasco, Moisés Salces.

Ardaya garantiu que os supostos policiais já haviam passado por outras comunidades mais próximas da fronteira, uma delas Patujú “, e ali também espancaram as pessoas que encontraram na estrada, apontaram para elas, eram completamente agressivas. Um jovem e eles o detiveram, espancaram, ele viu seus uniformes, que são da Polícia do maior ponto de fronteira do Brasil que fica próximo “.

Segundo Salces, não é comum que esse tipo de coisa aconteça na área, e ele afirmou que eles estão aguardando a investigação da Polícia ” é difícil acreditar que a Polícia Brasileira entre lá, é muito raro. E uma investigação minuciosa deve ser realizada, pois pode trazer conseqüências internacionais se for o caso da polícia do país vizinho “.

Em nota, a Secretaria de Segurança Pública de Mato Grosso disse que começaram a circular nas redes sociais imagens de um homem ferido, deitado sobre uma maca, em local e data desconhecidos, além de um áudio atribuindo ao Gefron o ferimento ao homem. A Secretaria está apurando a veracidade do áudio e das imagens, além da origem, para tomar as providências cabíveis.

O comandante do Gefron, tenente-coronel Fábio Ricas, disse ao O Factual que na quarta-feira pela manhã, uma guarnição do Gefron, numa estrada da zona rural de Vila Bela da Santíssima Trindade, se deparou com uma caminhonete Ford Ranger, de cor branca.

Que ao perceber a presença dos policiais, a caminhonete tentou fazer a volta e houve troca de tiros. A viatura do Gefron foi alvejada em seis locais, sendo em um deles o radiador, o que fez o veículo parar de funcionar.

Ainda segundo Ricas, um sargento acabou sendo baleado no braço. Foi encaminhado para um hospital de Vila Bela e já recebeu alta.

O comandante comentou que assim que tomou conhecimento dos fatos, solicitou apoio à polícia boliviana para tentar localizar os traficantes, já que havia a suspeita de que a Ford Ranger entraria com droga no Brasil.

Fábio Ricas disse que soube, na tarde desta quinta-feira (3), de notícias divulgadas por alguns veículos de comunicação da Bolívia citando que a polícia de fronteira brasileira seria responsável pela morte do líder comunitário.

Apesar de não citar Gefron na reportagem, o comandante negou que agentes do Grupo Especial de Fronteira tenham entrado em território boliviano à procura dos traficantes.

Ele ainda ressaltou que a viatura do Gefron já foi periciada e está em uma oficina para passar por reparos.

Ricas  também negou que a situação na faixa de fronteira esteja sob tensão por conta desse incidente dentro do território boliviano.

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