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Mato Grosso

Mais de 95% dos usuários estão satisfeitos com o atendimento da equipe de TI do judiciário

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O Índice de satisfação dos usuários dos sistemas de informática do Poder Judiciário de Mato Grosso ficou em 95,6% nesse ano. Os dados são da Coordenadoria de Tecnologia da Informação do Judiciário mato-grossense (CTI). Ao todo foram 111.572 atendimentos de janeiro a agosto de 2021, desse total 98,8% foram atendidos dentro do prazo.
 
O coordenador da CTI, Thomás Caetano parafraseou o escritor, consultor e considerado o pai da administração moderna, Peter Drucker, ao dizer ‘o que não pode ser medido, não pode ser gerenciado’. “Por isto é tão importante fazer a gestão com olhos atentos nos indicadores”, ponderou Thomás.
 
Dos atendimentos realizados 51.283 foram ligações telefônicas e 23.372 eram para sanar dúvidas sobre o Processo Judicial Eletrônico (PJe). Participaram da pesquisa 11.400 usuários sendo internos ou externos como advogados, defensores e membros do Ministério Público.
 
De acordo com a gerente de helpdesk, Ângela Franchini o trabalho só está sendo bem sucedido por conta das estratégias adotadas nesse período. “começamos um trabalho de formiguinhas, onde trabalhamos o lado motivacional da equipe, buscando a valorização de cada individuo, bem como a interação profissional de toda a equipe. Buscamos conhecer onde estavam os pontos falhos das equipes corrigindo-os, acompanhando os números diariamente, mostrando onde estavam as falhas, bem como também onde estavam os pontos positivos, comparando os períodos do mês, com o mês anterior, como chamados resolvidos com isso melhoramos bastante os nossos números”, explicou.
 
Além disso, foi desenvolvido o projeto para a avaliação final dos chamados, onde a meta inicial era ‘call-back’ (ligações de retorno) de 50% dos chamados resolvidos. Além disso, o script de atendimento evoluiu e 3 ligações são feitas ao usuário com intervalos de pelo menos 30 minutos. “Com essas ações estamos sempre buscando dar uma solução ou resposta ao usuário final e deixando claro que nos importamos com a sua opinião. Mostramos dia a dia a produção da equipe de call-back, bem como das demais, parabenizando a todos pelo empenho e dedicação”, concluiu Ângela.
 
Ulisses Lalio
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

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Área externa da Arena Pantanal será reaberta na segunda-feira (25)

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A área externa da Arena Pantanal, em Cuiabá, será reaberta na segunda-feira (25.10) para circulação, visitação e atividades. O acesso será permitido todos os dias da semana, de 5h às 22h.

O acesso ao parque será possível pelos setores leste, oeste e pelo estacionamento, atrás do setor norte.

O Parque Arena integra a lista de locais que tiveram sua reabertura liberada desde que ressaltadas as medidas de prevenção à covid-19. Atividades esportivas e de lazer no entorno do estádio deverão seguir medidas de biossegurança como o uso de máscara e distanciamento.

A Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) orienta o público a evitar aglomerações e que cada usuário leve sua própria água para hidratação.

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Judiciário lança projeto piloto que trabalha conscientização de agressores de mulheres

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O Poder Judiciário de Mato Grosso em parceria com o Univag Centro Universitário lança, no próximo dia 26 de outubro, o projeto Ser Mais, que trabalha na conscientização de homens que respondem por crimes de violência doméstica contra mulheres, agressões tipificadas na Lei Maria da Penha (11.340/06). O projeto piloto está sendo desenvolvido pela Vara Especializada de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher de Várzea Grande em parceria com o Núcleo de Prática Jurídica do Univag.
 
Com o lema “Ser mais homem, Ser mais consciente”, o projeto constitui um espaço de potencial transformação das percepções e comportamentos através do resgate da capacidade de diálogo, que foi substituído por violência e, consequentemente, potencializar a construção de relações saudáveis familiares e domésticas, pautadas no respeito e na equidade.
 
Os participantes são encaminhados pela Vara de Violência Doméstica e têm encontros semanais com uma equipe multidisciplinar do Univag, composta por médicos, advogados, psicólogos, assistentes sociais e acadêmicos dos cursos correlatos do Centro Universitário.
 
A juíza responsável pelo projeto Glenda Moreira Borges explica que o objetivo é reduzir ou fazer com que não ocorra reincidência do comportamento agressivo dos participantes, cessando a prática de violência doméstica. Ela conta que em apenas dois encontros já é possível ver mudanças positivas na forma de pensar dos homens. “O que estamos observando é que eles não estão percebendo as reuniões como uma punição, mas como algo benéfico. A partir do momento em que eles entendem o motivo de participarem, o resultado é muito mais satisfatório do que algo imposto”.
 
Mário (nome fictício) é um dos participantes do projeto. Ele relata que as reuniões têm sido altamente proveitosas, para entender e aprender a lidar com suas emoções e aprender a mudar seu comportamento. “Nós estamos entendendo como devemos agir, como nos comportar, ter controle das atitudes. Entender que o ser humano é falho, tem momentos de tensão, mas que isso não é motivo para chegar a uma agressão física, explodir. É preciso ter foco, concentração para manter o controle das ações”.
 
Ele destaca que o projeto é algo inédito. “Conseguiram reunir pessoas na mesma condição e fazer com que falem do mesmo problema, porque aí fora, na sociedade, não falamos sobre isso, os homens não discutem esse problema. Quando estamos com problemas com nosso conjugue, não há com quem conversar. Espero que todos que estejam participando valorizem essa oportunidade, que não é algo vergonhoso, que não achem que não precisam, porque precisam”.
 
Inicialmente, o projeto piloto está sendo desenvolvido no Núcleo de Prática Jurídica do Univag, às quintas-feiras, a partir das 17 horas, num total de seis encontros, divididos nas modalidades: oficinas reflexivas, roda de conversa e palestras, seguidas de debates com profissionais especializados em assuntos de interesse do grupo.
 
O coordenador do Núcleo de Prática Jurídica do Univag Afonso Winter Junior explica que, mesmo em grupo, a situação individual de cada participante é analisada, incluindo toda a situação social e psíquica de cada um, buscando as razões que os levou a cometer as agressões. “Nós estamos com todos os convocados participando e a receptividade ao sistema implantado tem sido muito boa. Para o próximo ano, já estamos organizando duas turmas, e vamos avaliar se os seis encontros são suficientes ou se precisaremos de mais”.
 
A juíza Glenda Moreira Borges explica que rede municipal de Enfretamento à Violência Contra a Mulher do município já realizava as reuniões, e que o juiz Eduardo Calmon – titular da Vara Especializada de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher de Várzea Grande – também tinha um projeto voltado para os homens agressores, “então resolvemos unir todos os programas e ainda contamos com a parceria do Univag para unificar e organizar”, explica.
 
Entusiasta da ação, ela diz esperar que as reuniões sejam ampliadas e se tornem algo frequente em todos os municípios, sem a necessidade de encaminhamento judicial, por iniciativa própria dos homens, até como prevenção a violência doméstica física ou psicológica.
 
Angela Jordão
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

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Judiciário acata decisão do CNJ e divulga notas de todos os candidatos do concurso da magistratura

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O espelho com o resultado das provas orais atribuídas a todos os candidatos e candidatas participantes da quarta fase do concurso público de provas e títulos para a magistratura de Mato Grosso será divulgado pela Comissão Especial Examinadora do Tribunal de Justiça do Estado do Mato Grosso (TJMT). A medida atende decisão do conselheiro Sidney Pessoa Madruga, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), e não invalida o concurso, não altera a ordem de classificação e tampouco o cronograma já estabelecido.
 
O edital do concurso promovido pelo TJMT não previa a divulgação da nota de todos os candidatos e candidatas, por isso foram divulgadas as notas dos 87 concorrentes habilitados, sendo deferidos os pedidos de todos e todas que solicitaram o acesso.
 
Apesar de terem ciência da não previsão, alguns participantes, que não foram habilitados nessa fase do concurso, propuseram ao CNJ um Procedimento de Controle Administrativo (PCA) questionando o ato de publicação do resultado da prova oral e pedindo a suspensão do certame.
 
O conselheiro destacou que o CNJ firmou precedentes no sentido de ser desnecessária a publicação dos espelhos das provas e das notas individualizadas (PCA 0004003-61.2019.2.00.0000, Rel. Márcio Schiefler Fontes, 52ª Sessão Virtul, j. em 20/09/2019; PCA 0001121- 29.2019.2.00.0000. Rel. Arnaldo Hossepian, 47ª Sessão Virtual, j. 31/05/2019), entretanto considerou que o direito à intimidade, previsto no inciso X, artigo 5º, do RICNJ4, não é absoluto. E que na ponderação deste princípio com o da publicidade, o primeiro deve ser relativizado.
 
De forma monocrática, o conselheiro Sidney Pessoa Madruga decidiu acatar parcialmente o recurso para determinar que o Judiciário de Mato Grosso publique o espelho com a nota de todos os candidatos, inclusive daqueles que não foram aprovados.
 
Alcione dos Anjos
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

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