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Jantar de Mendes

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Política MT

O prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro (MDB) ironizou o fato de não ter sido convidado para o jantar oferecido pelo governador Mauro Mendes (DEM) e pela primeira-dama do Estado, Virginia Mendes, aos prefeitos e primeiras-damas dos 141 municípios do Estado.

 

O encontro será realizado no próximo dia 18, mesma data em que Emanuel inaugura o Hospital Municipal de Cuiabá (HMC). Nos bastidores, os comentários são de que o Governo estaria tentando “esvaziar” a solenidade comandada pelo emedebista.

 

“Engraçado, é um jantar oferecido a todos os prefeitos do Estado, mas eu não recebi nenhum convite”, disse Emanuel.

 

Desde a campanha eleitoral, os dois vêm trocando farpas pela imprensa e as brigas se intensificaram nos últimos meses. Recentemente, o governador chegou, inclusive, a ironizar a inauguração do hospital, e disse que não comparecerá ao evento.

 

fonte: MidiaNews

 

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Alex
Alex

Acredito que seja quebra de Decoro…
Um governador não pode ser “Cumadre” com o governo do estado.
Esperamos Ética e Maturidade de quem foi eleito Pelo Povo para representar o Estado!
O Prefeito de Cuiabá não é Pessoa Física! Ele representa toda População Cuiabana.
Todo Cidadão de Cuiabá está sendo Desprestigiado pelo governador com essa atitude (ou falta dela).

Política MT

Gimenez destina R$ 2,2 milhões em emendas para saúde em MT

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JLSIQUEIRA / ALMT

O deputado estadual Dr. Gimenez destinará 35% das suas emendas referentes à Lei Orçamentária Anual (LOA) para a área da saúde, o que equivale a R$ 2.278.396,40, de um total de R$ 6.552.805,66. Esse valor representa quase três vezes os 12% estipulados por lei.

De acordo com o parlamentar, o recurso da saúde vai ser destinado prioritariamente a 12 municípios da região oeste e a unidades hospitalares de Cuiabá que são referência do Sistema Único de Saúde (SUS) e que recebem pacientes do interior, como os Hospitais de Câncer de Mato Grosso e Santa Helena.

Além de subsidiar o custeio de algumas unidades hospitalares, mais de 60% da emenda serão destinados para a aquisição de equipamentos, como micro-ônibus para hemodiálise, aparelho de ultrassom e de banho-maria para aquecimento de leite humano, além de veículos para transporte de pacientes durante a pandemia do coronavírus.

“Considerando o perfil epidemiológico da população e mesmo o momento de pandemia, a minha proposta é, inclusive, articular junto à bancada estadual o aumento desse limite que hoje é de 12% para no mínimo 16%, buscando assim mais investimentos nas ações da saúde no estado”, afirma Dr. Gimenez.

Atualmente, as emendas parlamentares propostas pelos deputados estaduais, de acordo com a lei orçamentária, preveem as seguintes aplicações obrigatórias (impositivas): Saúde (12%), Educação (25%), Esporte (6,5%) e Cultura (6,5%). Os demais 50% são de livre alocação, das quais o deputado já destinou 22,7% para a saúde, 12,20% para a agricultura familiar e 6,32 % na segurança pública

Emendar parlamentar – é um instrumento do Poder Legislativo que visa acrescentar, alterar ou suprimir recursos do orçamento estadual, com o intuito de melhorar a destinação das verbas públicas. As emendas são direcionadas de acordo com as necessidades e as obrigatoriedades da Constituição do Estado de Mato Grosso.

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Política MT

Deputado de Mato Grosso se irrita com Youtuber e faz denúncia à PGR

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Divulgação

O deputado federal José Medeiros (Podemos/MT), defensor ferrenho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), declarou, em suas redes sociais, que irá encaminhar pedido para a Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o influenciador e empresário Felipe Neto por dizer que não há diálogo com fascistas.

“Vou encaminhar pedido para que a PGR investigue aqueles que estão incitando manifestações violentas, por infringirem a Lei de Segurança Nacional”, escreveu Medeiros em publicação no Twitter neste domingo (31).

Felipe Neto tem mais de 11 milhões de seguidores no twitter e quase 38 milhões no YouTube. Com informações do Diário do Centro do Mundo.

Ver imagem no Twitter

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Política MT

Ano político passou longe da calmaria

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O ano político de 2019 em Mato Grosso não se notabilizou, como em anos anteriores, pela descoberta de ruidosos esquemas de corrupção. Mas passou longe de ficar restrito a protocolos e burocracias administrativas. Nas três esferas de poder, fatos relevantes alteraram o cenário, o jogo de forças entre os personagens políticos e geraram ineditismos.

O primeiro deles ocorreu logo no dia 22 de janeiro, com a ocupação de centenas de servidores públicos no plenário principal da Assembleia Legislativa.

A gestão do governador Mauro Mendes (DEM), recém-eleito não completara sequer um mês e os embates já  aconteciam com alta intensidade. Tudo por conta de um pacote de medidas fiscais anunciados pelo Executivo que visavam o reequilíbrio econômico do Estado.

Observados por homens da tropa de choque da Polícia Militar, cerca de 300 servidores permaneceram por 3 dias no plenário, de forma a impedir a votação do ‘pacotão’. Por fim, os deputados conseguiram votar e aprovar o projeto do governo.

João Vieira

Grampolandia / Julgamento / Zaqueu / Lesco /

A mesma Assembleia Legislativa realizou a sessão mais longa da história no dia 26 de julho. Após quase 11 horas de sessão extraordinária, que só terminou na manhã seguinte, os deputados aprovaram, em segunda votação, o Projeto de Lei
Complementar 53/2019 que autorizou a reinstituição dos incentivos fiscais, além de alterar valores e cobranças de ICMS em Mato Grosso. A previsão é que as mudanças aumentem a arrecadação do governo em até R$ 1 bilhão a partir de janeiro de 2020.

Em relação ao Judiciário, o jornal A Gazeta procurou acompanhar o desenrolar dos inúmeros processos criminais que envolvem políticos, muitos deles derivados da Operação Ararath. E optou por oferecer ao leitor uma visão analítica,
tomando por base um olhar sobre a vida levada por delatores de grandes esquemas de corrupção. A série ‘O Crime Compensa?’ colocou sobre a mesa o debate a respeito da efetividade das delações, suas implicações e fez a sociedade refletir: os acordos beneficiam mais a Justiça ou os delatores? Um dos personagens retratados na série, o empresário Júnior Mendonça, delator da Ararath, por exemplo, retomou e expandiu seus negócios após fechar acordo com a Justiça.

A série mostrou que, assim como ele, outras figuras de relevo nos maiores escândalos de Mato Grosso não apenas seguem suas vidas, mas vivem (muito) bem.

Assessoria

Assessoria

Senadora Selma Arruda

A obtenção de materiais exclusivos também foi uma marca da cobertura política do jornal em 2019. Um dos destaques ficou por conta da revelação feita pelo ex-deputado José Riva sobre a compra de vaga no Tribunal de Contas do Estado (TCE).

No dia 9 de junho, A Gazeta publicou trechos do reinterrogatório de Riva feito à Justiça Federal, quando ele passou à condição de colaborador unilateral da ação penal. De acordo com Riva, a compra da vaga custou R$ 15 milhões aos cofres públicos e teve o aval do ex-governador Blairo Maggi (PP).

Outro caso que vem dando o que falar nos últimos anos, a grampolândia pantaneira, gerou as primeiras sentenças em 2019. Na Vara Militar, depois de dois dias de julgamento, 4 dos 5 réus, todos militares, saíram livres e apenas o coronel Zaqueu Barbosa, ex-comandante-geral da Polícia Militar, foi condenado a 8 anos e a perda da patente.

A condenação de Zaqueu foi por unanimidade entre os 4 membros do Conselho de Sentença. Os coronéis Evandro Lesco, Ronelson Jorge de Barros e o tenente-coronel Januário Batista, foram absolvidos e o cabo Gerson Correa recebeu o perdão judicial.

Para encerrar o ano, a inédita cassação de uma senadora de Mato Grosso agitou os bastidores políticos no Estado e no país.

Com menos de um ano de mandato, Selma Arruda, que foi eleita pelo PSL como a ‘senadora do Bolsonaro’ deixou o partido e perdeu o cargo de parlamentar.

Após ser condenada pelo Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso por abuso do poder econômico e prática de Caixa 2 durante a campanha de 2018, Selma viu a situação se tornar irreversível em dezembro.

O Tribunal Superior Eleitoral, por 6 votos a 1, confirmou a cassação. E Mato Grosso terá nova eleição para preencher a vaga deixada por Selma.

Gazeta Digital

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