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Polícia

Integrantes de associação criminosa que aplicava golpes contra idosos são presos em Várzea Grande

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Assessoria | PJC-MT

Dois homens acusados de integrar uma organização criminosa envolvida em  golpes referentes a cartões de créditos contra idosos foram presos em flagrante pela Polícia Civil, na sexta-feira (31.05), em um hotel em Várzea Grande. Os golpistas teriam feito pelo menos três vítima, na região da Grande Cuiabá, uma delas com prejuízo superior a R$ 25 mil.

A ação realizada pelas equipes da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP) com apoio do Núcleo de Inteligência da Gerência Estadual de Polinter, levou a prisão Otávio Augusto de Almeida Segundo e Renato Antonio de Oliveira.

Os suspeitos fazem parte de um grupo de estelionatários que estava em Cuiabá para aplicar os golpes e foram autuados em flagrante pelo crime de estelionato contra idoso e associação criminosa.

As investigações iniciaram após uma das vítimas, de 73 anos, registrar o boletim de ocorrência. Segundo as informações, os suspeitos se passando por funcionários da empresa operadora de cartão de crédito, entram em contato com a vítima, via telefone, questionando sobre uma suposta compra não realizada pelo titular do cartão.

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Em seguida, a vítima era orientada a entrar em contato com o serviço de atendimento ao cartão, para cancelamento da compra indevida, momento em que eram solicitados dados do cartão e da senha, que eram fornecidos pela vítima, acreditando na credibilidade do atendimento.

Segundo o delegado responsável pela Investigação, a atendente do outro lado da linha também esclarecia que, pela “nova política da instituição financeira”, o cartão, deveria ser cortado ao meio pelo cliente, e seria recolhido junto a uma carta, de próprio punho, autorizando a agência enviá-lo à Polícia Civil para investigação, com a finalidade de posteriormente processar a empresa favorecida com a transação.

“Após a entrega do cartão, a vítima foi informada quanto aos golpes já sofridos, desta vez e verdadeiramente pela instituição bancária, com compras de altos valores”, disse o delegado.

Assim que iniciaram as investigações, os policiais identificaram o veículo em que os suspeitos foram até a residência da vítima para buscar o cartão, assim como o hotel em que estavam hospedados, em Várzea Grande, próximo ao Aeroporto.

Em buscas no quarto em que os suspeitos estavam foram apreendidas máquinas de cartão de crédito, que eram utilizadas para fazer as compras e R$ 4,2 mil, possivelmente produto de estelionato na Capital. Após a condução dos suspeitos a delegacia, duas outras vítimas foram identificadas, sendo uma delas, de 72 anos, com prejuízo superior a R$ 25 mil.

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Durante os trabalhos, as equipes receberam informações sobre uma organização criminosa presa em Mato Grosso do Sul, que atuava com o mesmo modo de ação e fez mais de 40 vítimas no estado. De acordo com o delegado, os presos em Várzea Grande pertencem a mesma organização criminosa, que usava reproduções de gravações de bancos para aplicar os golpes.

“Há o envolvimento também daqueles que vão a campo, dos que fornecem as máquinas, dos intermediadores, e, pior, dos detentores das informações privilegiadas, sem as quais o golpe não seria efetivado”, destacou Caio Fernando.

O delegado representou pela conversão da prisão em flagrante em preventiva e os suspeitos serão encaminhados para audiência de custódia na Comarca de Várzea Grande.

 

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Homem é detido por embriaguez e confessa tentativa de feminicídio em Cuiabá

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Condutor foi detido após furar um bloqueio da PRF

Em Várzea Grande no km 512 da BR 070, no domingo (10) havia um bloqueio feito pela Polícia Rodoviária Federal , onde havia ocorrido um acidente com vítima morta, momento em que a moto Honda/CBX 250 Twister conduzida pelo senhor R. S. J. (30 anos) invadiu o local onde trabalhavam a PRF juntamente com a Politec.
O condutor foi abordado mais a frente pela equipe de policiais que em fiscalização submeteram o condutor ao teste de etilômetro, onde constataram que o mesmo havia ingerido bebida alcoolica, resultando em 1,12mg/l.
Ao ser informado que seria conduzido por embriaguez ao volante o mesmo confessou ter acabado de esfaquear a sua companheira na residência do casal no Bairo Parque Cuiabá em Cuiabá/MT, imediatamente a PRF entrou em contato com o CIOSP que deslocou uma viatura até o local confirmando o fato.
Ocorrência encaminhada a Policia Civil de Várzea Grande/MT.

Fonte: PRF MT

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Gaeco deflagra operação contra roubo de caminhonetes e defensivos agrícolas em Cuiabá e outros seis municípios

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Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), unidade regional de Sorriso, Polícia Civil, Polícia Militar, Grupo de Combate ao Crime Organizado (GCCO) da Polícia Civil, Ciopaer e a Polícia Rodoviária Federal deflagraram em ação integrada, nesta segunda-feira (11), a operação Camuflagem II. A iniciativa busca coibir o roubo de caminhonetes e insumos agrícolas nos municípios de Sorriso, Lucas do Rio Verde, São José do Rio Claro, Nova Mutum, Sinop, Canarana e Cuiabá.

Ao todo estão sendo cumpridos 9 mandados de prisão e 13 de busca e apreensão. A Operação conta com o apoio da unidade regional do Gaeco em Barra do Garças e das Polícias Civil e Militar dos municípios envolvidos.

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Além de Mirella, madrasta é suspeita de envenenar o sogro

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Polícia Civil solicitou à Justiça autorização para exumação do corpo de Edson Emanoel, avô paterno da menina Mirella Poliane Chue de Oliveira, 11, morta após ser envenenada pela madrasta Jaira Gonçalves Arruda, 42, em junho deste ano. A suspeita é de que o homem também tenha sido envenenado por ela.

 

Jaira foi indiciada nesta quinta-feira (7) pela Delegacia Especializada de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Deddica) por homicídio duplamente qualificado, praticado por envenenamento e motivo torpe. Com a conclusão, o inquérito será encaminhado ao Ministério Público Estadual (MPE).

Durante as investigações, surgiu a suspeita de que Jaira tenha envenenado o avô de Mirella, responsável pela guarda da menor. Por isso, a Deddica solicitou novos exames que contataram essa possibilidade. Edson Emanuel morreu em março de 2018. Após a morte dele, a menina passou a ficar sob os cuidados da madrasta e do pai.

 

“Para confirmar essa suspeita, será necessária a exumação do corpo do avô para coleta de material e exames, que possam apontar vestígios de veneno o que, devido ao tempo, pode não ser possível”, explicou a Polícia Civil.

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Deddica já pediu autorização à Justiça para que uma cópia do inquérito seja encaminhada à Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que será responsável em investigar a suspeita de envenenamento de Edson.

 

Com a conclusão do inquérito, Jaira teve a prisão temporária convertida para preventiva e segue no presídio feminino Ana Maria do Couto May.

 

O crime

Após várias internações, Mirella morreu em junho de causa indeterminada. No entanto, após exames apontaram que no sangue da vítima havia duas substâncias, uma delas é o veneno que provoca intoxicação crônica ou aguda e a morte.

 

Durante as investigações, a polícia descobriu que a menina vinha sendo envenenada aos poucos pela madrasta, que visava uma indenização recebida por ela em decorrência da morte de sua mãe por erro médico logo após o parto.

 

Para os investigadores, ficou claro que o crime foi premeditado e praticado em doses diárias por 2 meses. O veneno usado pela suspeita é proibido no Brasil.

 

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A indenização pela morte da mãe de Mirella é de R$ 800 mil e foi ganho pela família após 10 anos da morte dela. Parte do dinheiro seria movimentado somente após a menina completar 18 anos. (Com informações da assessoria de imprensa)

 

Fonte: Gazeta Digital

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