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Inscrições abertas para a 8ª turma do Curso de Gestantes on-line da Unimed Cuiabá

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As aulas são ministradas por especialistas nas áreas de Obstetrícia, Nutrição, Fisioterapia, Psicologia, Anestesiologia, Enfermagem, Neonatologia e Fonoaudiologia.

 Assessoria de Comunicação

Estão abertas as inscrições para o curso on-line de gestantes da Unimed Cuiabá. A capacitação com equipe multidisciplinar, organizada pelo Comitê Educativo da Cooperativa, está em sua 8ª edição virtual, sendo essa a última prevista para 2021.

A atividade gratuita é exclusiva às futuras mamães beneficiárias dos planos de saúde da Unimed Cuiabá e da rede Unimed que residam na região metropolitana da capital mato-grossense. As vagas são limitadas e as inscrições podem ser feitas até o dia 28 de outubro. (Link de Inscrição: http://unimed.me/100jta)

O curso traz informações e orientações sobre os diversos aspectos que envolvem a gestação, desde o pré-natal, alterações fisiológicas durante a gravidez, aleitamento e nutrição, até os primeiros cuidados com o recém-nascido de forma teórica e prática, com abordagem multidisciplinar.

As aulas são ministradas por especialistas nas áreas de Obstetrícia, Nutrição, Fisioterapia, Psicologia, Anestesiologia, Enfermagem, Neonatologia e Fonoaudiologia.

A capacitação é composta por dez módulos, inseridos na plataforma Keeps Konquest, com início no dia 1º de novembro. Mais informações pelo e-mail [email protected], ou pelo telefone (65) 3612-3329.

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Senador é aplaudido ao citar Moro como presidenciável em evento

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O setor produtivo de Mato Grosso se mostra empolgado com a possibilidade de candidatura à presidência do ex-ministro de Jair Bolsonaro, Sérgio Moro.

No segundo dia do evento Brasil de Ideias, realizado no Malai Manso, o senador Wellington Fagundes (PP) foi aplaudido fortemente após citar o juiz da Lava Jato.

 

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Crea-MT denunciou três pessoas do interior do estado por utilização de diplomas falsos para obterem registro profissional

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O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Mato Grosso (Crea-MT), autarquia que fiscaliza o exercício e a atividade profissional das áreas de Engenharia, Agronomia e demais profissões do Sistema Confea/Crea, verificou inconsistências em diplomas de três pessoas do interior do estado que tentavam obter o registro profissional no conselho.

Após suspeitar que tais diplomas fossem documentos falsificados, o Crea-MT, por meio de sua Gerência de Controle Operacional (Gecop) encaminhou consulta à Instituição de Ensino Superior sobre a autenticidade dos mesmos, e após análise, a universidade confirmou se tratarem de documentos falsos.

Em ato contínuo, tendo em vista as evidências de crime de falsificação, o Crea-MT encaminhou notícia-crime à Policia Federal, com intuito de investigar três pessoas que fizeram uso de documento público falso (certificado de conclusão de curso superior) no intuito de obterem o registro profissional de engenheiro junto ao Crea-MT, sendo dois da modalidade de Engenharia Elétrica e outro de Engenharia Mecânica.

Na investigação, além dos três acusados, foi identificada uma quarta pessoa, acusada de providenciar e vender os diplomas “falsos”. Foi proposta ação penal pública movida pelo Ministério Público Federal em face deste. As vendas dos certificados falsos de conclusão de cursos foram praticadas pela mesma pessoa nos anos de 2016 e 2017. A ação foi julgada em primeira instancia pela 1ª Vara Federal Civil e Criminal da SSJ de Rondonópolis/MT, em maio deste ano, e culminou na condenação do falsificador.

Destacamos que falsificação é crime, previsto no Código Penal, que pode gerar até seis anos de reclusão e multa.

 

Gerência de Relações Públicas, Marketing e Parlamentar (GEMAR)

 

 

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Santo do pau oco

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Com toda certeza você já viu ou ouviu alguém nominar outro alguém de Santo do pau oco. Segundo o imaginário popular, o Santo do pau oco era nas regiões mineradoras brasileiras e durante o período colonial, em especial, nos garimpos de Minas Gerais, um símbolo do contrabando do ouro em pedra ou pó de diamantes, ou seja, as imagens devocionais eram utilizadas como esconderijo aos olhos do fisco que queria a todo custo cobrar e receber um quinto da produção estimada dos minerais extraídos, na forma de impostos. Revoltados, mineradores e políticos daquela época, como governadores “surrupiavam” a amarga parte da coroa. A roubalheira foi geral de escravos a clérigos se abstiveram do pagamento e envolveram até o pescoço nesse tipo de contrabando. Pois é! As esculturas em madeira eram escavadas com minucioso cuidado para que rachassem menos e ficassem mais leves, mesmo escondendo dentro delas o produto do roubo ou até das propinas. Isso se deu por volta do ano de 1760, com o declínio da mineração no Brasil Colonial. Assim, pagar o “quinto” ficou mais oneroso.

Quase duzentos anos depois, em 1939, com a explosão da Segunda Guerra Mundial e com a passagem da tão chamada Terceira Revolução Industrial, nasce o movimento pós-moderno, trazendo consigo diversas mudanças tecnológicas e sociais no mundo. Se a pós-modernidade se predominou pelo instantâneo; da perda de fronteiras – gerando a ideia de que o mundo está cada vez menor através do avanço da tecnologia; por outro lado o individualismo, a competitividade e a ganância voraz pelo dinheiro, levou o homem/político ao extremo na supressão de valores fundamentais da convivência humana, dentre eles, os valores éticos. Em Mato Grosso então, a abolição dos bons costumes, suprido pelo roubo do erário público, também se modernizou numa rapidez inimaginável. O “dindim”, a “Pedra”, o “faz-me-rir”, a grana como queira chamar, já não é mais carregada na parte interna da imagem Sacra, mas sim colocada em malas, em cuecas e até no bolso do paletó. Modernizou-se tanto que a “rapinagem” mudou de tática e partiu para o desvio da grana destinada à Saúde – com superfaturamento de preços de remédios e equipamentos para tratamento da Covid-19, dentre outros.

Vale ressaltar, que para aqueles em situação “desconfortável” com o agir da Polícia sobre as falcatruas, essa versão em Minas Gerais, em Mato Grosso ou em outros municípios Brasil afora é tida como lenda ou história em sentido desconexo de fato ou medíocre conto banal. Grande parte desses fraudadores, hoje em situação desacreditada perante a sociedade, tenta se defender contrapondo este texto como fatos meramente imagináveis da cabeça de um jornalista de cidade de interior, e talvez sem expressividade alguma no meio. Entretanto, independente de lendas ou não, Santo do pau oco é uma expressão popular utilizada no Brasil para designar pessoas dissimuladas, fingidas, falsas, hipócritas, artificiais, enganadoras, mentirosas, seja no período Colonial; no Império, na República ou nos dias atuais.

Elizeu Silva é jornalista em Mato Grosso

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