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Haiti nomeia novo primeiro-ministro após assassinato de presidente

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 O governo do Haiti nomeou formalmente nesta terça-feira (20) Ariel Henry como seu novo primeiro-ministro, quase duas semanas após o presidente Jovenel Moise ser assassinado em uma trama que provavelmente se estende para além das fronteiras do país caribenho.

Henry assumiu o papel de líder de fato do país mais pobre do Hemisfério Ocidental em uma cerimônia na capital Porto Príncipe, onde começou seu discurso de posse com um minuto de silêncio pelo presidente assassinado.

O Haiti tem tido dificuldades para controlar o momento de desordem abastecido por gangues violentas e Henry disse que quer criar condições para que o maior número de pessoas consiga votar nas eleições marcadas para o mês de setembro.

“É um momento para união e estabilidade”, disse Henry.

O antecessor, agora ex-primeiro-ministro Claude Joseph, afirmou que a indicação de Henry tem a intenção de facilitar as eleições, que foram realizadas pela última vez em 2016. Ele também alertou para a difícil tarefa adiante.

“Você está herdando uma situação de exceção, caracterizada pela ausência de um presidente para servir como seu escudo, uma crise política sem precedentes na história do país, a insegurança galopante, e uma situação econômica precária e morosa”, disse Joseph.

Tanto Henry quanto Joseph ressaltaram que o governo precisa restaurar a ordem e a segurança, assim como fortalecer a economia debilitada pelo crime e pela pandemia de coronavírus.

A cerimônia desta terça-feira coincidiu o início da cerimônia fúnebre para Moise, que foi morto no dia 7 de julho no meio da noite em sua residência particular em Porto Príncipe por um grupo de mais de 20 pessoas, a maioria delas mercenários colombianos.

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Portugal e Brasil analisam restrições a viagens

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Portugal e Brasil discutem a possibilidade de aliviar as restrições à entrada de passageiros provenientes do país sul-americano devido à pandemia de covid-19, anunciou hoje (4) o ministro dos Negócios Estrangeiros português.

“Iniciamos um trabalho conjunto com as autoridades brasileiras para ver em que condições e quando poderemos reduzir algumas restrições que hoje vigoram sobre passageiros que chegam a Portugal provenientes do Brasil”, disse Augusto Santos Silva.

O chefe da diplomacia portuguesa falou em entrevista coletiva, juntamente com o chanceler espanhol, José Manuel Albares, que se deslocou a Lisboa para uma reunião de trabalho.

Atualmente, os passageiros provenientes do Brasil só podem viajar para Portugal por razões familiares, profissionais, de estudo ou humanitárias, têm de apresentar teste negativo à covid-19 e cumprir um período de quarentena.

Augusto Santos Silva disse que Portugal pode “avaliar as restrições que estão hoje em curso” à medida que a situação da pandemia evoluir positivamente em cada um dos países.

“Foi esse trabalho que começou no dia 30 de julho, entre Portugal e o Brasil, e que continuará depois de férias”, afirmou o ministro, ao ser questionado sobre a diferença de critérios entre Portugal e Espanha quanto ao reconhecimento da certificação de vacinas contra a covid-19.

Portugal só reconhece a vacinação feita com imunizantes aprovados pela Agência Europeia do Medicamento, enquanto a Espanha segue o critério da Organização Mundial da Saúde, que inclui vacinas chinesas e indianas.

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Covid-19: sintomas de longa duração são raros nas crianças, diz estudo

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A maioria das crianças que contrai covid-19 se recupera em menos de uma semana e apenas algumas ainda têm alguns dos sintomas mais comuns após um mês, mostra estudo publicado na revista The Lancet.

A pesquisa, liderada por peritos do King’s College London (UK), analisou 1.734 pacientes sintomáticos com idade entre 5 e 17 anos, com base em dados colhidos numa aplicação móvel por pais e prestadores de cuidados envolvidos no projeto “Zoe Covid”.

A principal conclusão é que os casos com sintomas duradouros são “raros”, diz uma das autoras do estudo, Emma Duncan, professora do King’s College.

“É reconfortante saber que o número de crianças que experimentam sintomas de covid-19 de longa duração é baixo. No entanto, um pequeno número de crianças sofre de doenças prolongadas”, acrescentou.

Dos 1.734 positivos relatados na aplicação móvel, apenas 77 (4,4%) ainda tinham pelo menos dois dos três sintomas mais comuns (fadiga, dor de cabeça e perda de cheiro/paladar) após quatro semanas.

Além disso, o estudo concluiu que após oito semanas, praticamente todos (98,2%) os que apresentavam sintomas tinham se recuperado.

A fadiga foi o sintoma mais prevalente nesse grupo (84%), enquanto 77,9% também sentiram dor de cabeça e perda de cheiro/paladar, respectivamente, em alguma fase da doença.

Os peritos indicam que a dor de cabeça é o sintoma mais comum no início da doença, enquanto a perda de cheiro/gosto aparece mais tarde e permanece por um período de tempo mais longo.

O estudo encontrou diferenças na duração média da doença entre crianças do ensino primário (5 a 11 anos de idade) e do ensino secundário (12 a 17 anos de idade): nas crianças mais velhas, a covid-19 durou em média sete dias, em comparação com cinco dias nas crianças mais novas.

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Lago seca na Bolívia e cientistas temem que nunca mais volte a encher

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O Lago Poopó, na Bolívia, já foi fonte de vida para os habitantes locais que pescavam em suas águas abundantes e cultivavam ao longo de suas margens. Agora, é um deserto.

Cientistas dizem que o antigo lago, que se espalha pelo altiplano ensolarado da Bolívia, é vítima de décadas de desvio de água para necessidades regionais de irrigação. E o clima mais quente e seco torna sua recuperação cada vez mais improvável.

“É como uma tempestade perfeita”, diz Jorge Molina, pesquisador da Universidad Mayor de San Andrés. “A cada ano que passa, a situação piora.”

O lago, o segundo maior da Bolívia, era muito raso e tradicionalmente subia e descia de nível, de acordo com cientistas e antigos habitantes aymarás do lago.

Valerio Rojas, que antes ganhava a vida pescando no lago, diz que os anciãos da aldeia contam que o lago recarregava a cada 50 anos. Mas, olhando para a área ressecada que resta, ele tem suas dúvidas.

“O lago vai encher de novo? Com ​​essa mudança climática e poluição, me parece que o clima não pode mais ser previsto”, disse Rojas. “Em nossa língua aymara diz-se: ‘Nossa mãe terra está cansada’.”

Os cientistas também estão ficando céticos. Molina diz que os Andes estão ultrapassando o aumento da temperatura média global, especialmente durante o dia, o que significa que a evaporação aumentou, tornando especialmente difícil para um lago raso – e sua flora e fauna – sobreviver.

“Não é mais um lago funcional. Um lago que seca com muita frequência não é mais funcional para a fauna, a flora e a biodiversidade”, disse Molina à Reuters.

A seca também está afastando as comunidades que antes viviam ao longo de suas margens, diz Benedicta Uguera, uma indígena de Untavi que criava gado em uma ilha no lago.

“As famílias decidiram deixar a ilha, porque não podemos sobreviver sem água e não há mais vida”, afirmou.

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