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Famosos gastam fortunas com redes social antes de entrar em reality

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Por- R7

Bastou algumas semanas dentro da ‘A Fazenda’ para Jojo ver seu número de seguidores bombar ainda mais. Ganhou mais de um milhão de novos fãs em apenas algumas semanas no reality da Record TV. Jojo hoje soma mais de 20 milhões de seguidores. Tinha pouco mais de 10 milhões antes de vencer ‘A Fazenda’ em 2020.

Com Rico Melquíades, vencedor da mais recente edição do reality, também foi assim. Ele entrou na ‘Fazenda’ com pouco mais de 400 mil seguidores. Hoje já soma quase 5 milhões só no Instagram.
Que o diga então Juliette: 33,1 milhões de seguidores pós ‘BBB20’.

A maquiadora ficou conhecida além do prêmio de R$ 1,5 milhão por ser um fenômeno na internet durante a participação, mobilizando uma multidão de fãs. Sim, Juliette teve uma equipe ajudando a criar esse fenômeno nas redes sociais enquanto ela tentava escapar dos paredões.

E é de olho nessa estratégia nas mídias sociais que os famosos e candidatos à fama andam investindo verdadeiras fortunas em equipes especializadas em gestão de mídias sociais durante reality shows.

Jade Picon contratou grande parte dos publicitários responsáveis pela estratégia digital de Juliette para administrar suas redes o ‘BBB 22’.. O investimento foi de cerca de R$ 45 mil na contratação dos profissionais.

Pedro Scooby, Naiara Azevedo, Tiago Abravanel e Arthur Aguiar (todos confirmados na nova edição do reality da Globo) também contrataram equipes especiais para cuidar das contas nas redes sociais.

Foi assim também com alguns participantes da mais recente da edição de ‘A Fazenda’. Erasmo, Marina, entre outros, tinham equipes contratadas antes mesmo de entrarem no reality da Record TV!, já preparando a estratégia nas redes sociais para quando o programa começasse.

E o meme nosso de cada dia pode sair caro. A contratação de uma equipe para cuidar das redes sociais de um confinado durante um grande reality pode custar até R$ 100 mil por mês. E ahhh. Isso não é garantia de vencer a atração, muito menos de ganhar seguidores ou não ser ‘cancelado (a)’ por alguma coisa dita ou feita dentro da atração.

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Após duas quedas consecutivas, Cuiabá fecha maio com elevação no preço da cesta básica

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Após registrar duas quedas consecutivas no valor da cesta básica em Cuiabá, o Instituto de Pesquisa e Análise da Fecomércio em Mato Grosso (IPF-MT) apresentou o balanço da última de maio, que apresentou alta de 0,48% no preço dos produtos, passando de R$ 691,93 para os atuais R$ 695,25. Ainda assim, o valor está 2,5% menor se comparado a última semana do mês de abril, quando custava R$ 712,80.

O aumento semanal de R$ 3,32 foi puxado por 61% dos produtos que compõem a cesta básica na capital, com o principal responsável sendo a manteiga (12,7%), com o item registrando elevação nos preços desde a segunda semana de maio. A banana e o feijão também contribuíram com a elevação dos preços, de 9,3% e 4,2%, respectivamente.

Já os produtos que apresentaram recuo semanal foram o tomate (-3,7%) e açúcar (3,1%). Segundo o IPF-MT, o fruto registrou a quarta semana de queda em razão da maior oferta do produto nos mercados, o que acabou por reduzir o seu valor.

O presidente da Fecomércio-MT, José Wenceslau de Souza Júnior, destacou a questão climática como um dos fatores para a variação dos preços da cesta básica em Cuiabá, além das questões macroeconômicas. “As interferências climáticas ocorridas nas últimas semanas favoreceram boa parte das oscilações dos preços observados”.

Além disso, outros fatores já conhecidos como o os preços dos combustíveis e as consequências da inflação decorrentes da pandemia de Covid-19 e, mais recentemente, do conflito entre Rússia e Ucrânia, também podem continuar impactando os preços dos alimentos, segundo análise do IPF-MT.

Um dado interessante ressaltado pelo IPF-MT é a média semanal ter permanecido abaixo de 700 reais, representando alívio às famílias cuiabanas e permitindo que as variações futuras afetem em menor grau o valor gasto.

 

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Homem viraliza vídeos de sexo após descobrir namoro de ex com amigo em Cuiabá

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J.V.L, de 37 anos, preso por divulgar na internet e sem consentimento da ex-mulher um vídeo íntimo do casal, foi solto durante audiência de custódia na tarde desta quarta-feira (25). Ele teve algumas restrições impostas pela justiça, como por exemplo uso da tornozeleira eletrônica.

Uma medida protetiva também foi concedida à vítima, além do botão do pânico disponibilizada pela “Patrulha Maria da Penha”. O suspeito foi preso após o registro da ocorrência feito pela vítima de 22 anos.

A mulher alega que conviveu com o suspeito por cinco anos, com quem teve uma filha de três anos. No entanto, o ex-companheiro acabou mandando em aplicativos de mensagens um vídeo com cenas de sexo do casal.

Após diligências, a Polícia Civil conseguiu localizar e prender o suspeito. Durante depoimento, ele assumiu que havia enviado o vídeo para um ex-amigo, pois acreditava que o mesmo estaria se relacionando com a ex-mulher.

Conforme o delegado Vinícius de Assis Nazário, com base no interrogatório do suspeito, ficou claro que ele agiu com intenção de humilhar a ex-convivente e se vingar pelo fim do relacionamento amoroso. “Essa conduta é considerada vingança pornográfica (revenge porn), que consiste na divulgação, por um dos parceiros da relação sexual ou por terceiro, de imagem ou vídeo com natureza sexual, com a intenção de se vingar do outro indivíduo por ciúmes, rejeição ou outro motivo, o que é considerado crime previsto no art. 218-C, §1º, do Código Penal”, destacou o delegado.

Após audiência de custódia, Jânio foi solto sob regime semiaberto com uso de tornozeleira eletrônica. O suspeito já possui alguns registros criminais, entre eles, por crimes de ameaça e violência doméstica. Em 2020, o acusado quase matou a essa mesma vítima enforcada.

Na ocasião, ele foi preso, mas por falta de representação por parte da vítima foi solto.

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Planos de saúde individuais têm aumento histórico

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A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) aprovou hoje (8) o índice máximo de reajuste anual para os planos de saúde individuais e familiares. O aumento poderá ser de até 15,5%. A decisão foi tomada pela diretoria por quatro votos a um.

Trata-se do maior reajuste anual já aprovado pela agência, criada em 2000. As operadoras dos planos de saúde poderão aplicar o índice em mensalidades cobradas entre maio de 2022 a abril de 2023. Mas a atualização dos valores só pode ser realizada a partir da data de aniversário de cada contrato. Caso o mês de aniversário do contrato seja maio, é possível a cobrança retroativa do reajuste.

A decisão não se aplica aos planos coletivos, sejam empresariais ou por adesão. Ela incide apenas nas mensalidades dos contratos individuais e familiares firmados a partir de janeiro de 1999. São aproximadamente 8 milhões de beneficiários, o que corresponde a 16,3% do mercado de saúde suplementar.

O aumento histórico ocorre um ano após a ANS ter aprovado pela primeira vez um reajuste negativo link 1 . Em 2021, as operadoras foram obrigadas a reduzir as mensalidades em pelo menos 8,19%, porque ficou constatada uma queda generalizada na demanda por serviços de saúde em meio ao isolamento social decorrente da pandemia da covid-19. No período, os planos registraram uma redução de custos.

“Já em 2021, tivemos uma gradativa retomada da utilização desses serviços. É também um ano influenciado por uma forte inflação em todo o país”, disse a gerente Econômico-financeira e Atuarial de Produtos da ANS, Daniele Rodrigues, ao apresentar os detalhes do cálculo do índice.

Em nota divulgada em seu portal eletrônico, a ANS sustenta que tanto o reajuste negativo de 2021 como o reajuste histórico deste ano possuem relação com os efeitos da pandemia da covid-19. “Não se pode analisar o percentual calculado para 2022 sem considerar o contexto e os movimentos atípicos no setor de planos de saúde nos últimos dois anos”, diz o texto.

A proposta de reajuste foi submetida ao Ministério da Economia no início do mês. A pasta emitiu nota técnica aprovando a aplicação da metodologia na segunda-feira (23). Segundo a ANS, a atual fórmula para cálculo do reajuste anual foi adotada em 2018. O cálculo é influenciado principalmente pela variação das despesas assistenciais do ano anterior. Também leva em conta o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação do país.

A variação das despesas assistenciais de 2021 foi de 20,35%. É o maior percentual da série histórica apresentada na reunião, com dados desde 2014. Em 2020, essa variação havia sido negativa em 9,2%. Os cálculos são realizados pela Diretoria de Normas e Habilitação de Produtos da ANS.

Diferentes diretores avaliaram que a fórmula pré-definida garante transparência e previsibilidade para o reajuste. “É uma metodologia que reflete de forma muito clara a variação da despesa assistencial”, argumentou o diretor de Desenvolvimento Setorial, Maurício Nunes.

Para o diretor-presidente da ANS, Paulo Rebello, a aplicação da metodologia protege o interesse público. “A agência regula e procura manter o setor em funcionamento”, disse.

Único voto divergente, a diretora de Fiscalização, Eliane Medeiros, elogiou os esforços da equipe em aplicar a metodologia em vigor, mas se posicionou contra o índice proposto.

Edição: Fernando Fraga

Fonte: EBC Saúde

 

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