OPERAÇÃO APATE

Ex-policial chefia quadrilha de fraudes no DPVAT na Capital

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Polícia

A Operação Apate, deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco), na manhã desta quarta-feira (7), em Cuiabá, desmantelou uma quadrilha especializada em fraudes no seguro DPVAT, concedido a pessoas que sofreram acidentes de trânsito. Segundo as investigações, o líder do grupo é um ex-policial militar que tem uma extensa ficha criminal.

 

Foram cumpridos 34 mandados judiciais, sendo 7 prisões preventivas, com duas ordens de colocação de tornozeleira eletrônica. O Gaeco identificou mais de 30 crimes de falsificações de documentos públicos e estelionatos, praticados pela organização criminosa somente em Cuiabá.

 

A quadrilha especializou-se em fraudes documentais sofisticadas, tais como: falsificações de documentos públicos de certidões de nascimento, casamento e óbito, de laudos de exames necroscópicos, boletins de ocorrências e outros documentos que instruíam os requerimentos indenizatórios, encaminhados à Seguradora Líder, responsável por conceder as indenizações.

 

Foram expedidos ainda mandados judiciais para bloqueio de contas dos investigados, sequestro judicial de imóveis e veículos utilizados pelos investigados.

 

O nome da Operação – “Apate” – é uma alusão à mitologia grega, segundo a qual Apate (em grego Ἀπάτη) era um espírito que personificava o engano, o dolo e a fraude. (Com informações da assessoria)

 

Atualizada às 8h36 – O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) deflagrou nesta quarta-feira (7) uma operação para desarticular um esquema de fraudes no Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre (DPVAT) em Mato Grosso.

 

Vários mandados de busca e apreensão são cumpridos neste momento em Cuiabá. Empresários e agentes públicos estariam envolvidos. Um empresário que reside em um condomínio de classe média alta, na região do Jardim Imperial, seria um dos alvos.

 

 

 

 

*FONTE:GAZETA DIGITAL

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Polícia

Homem arrasta mulher para matagal e comete estupro em avenida de Cuiabá

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Mulher de 45 anos foi estuprada na noite de quinta-feira (26), no bairro Parque Amperico, em Cuiabá. Ela estava voltando do trabalho quando foi abordada por um homem e arrastada até o matagal. O crime será investigado.

 

De acordo com as informações, por volta das 20h40 a vítima estava na avenida Antártica, quando indo a pé para casa, quando foi abordada por um homem, que a agarrou pelo pescoço e a levou para o matagal.

 

Ela tentou lutar com o agressor, mas foi imobilizada e acabou sendo estuprada por ele. Populares perceberam a movimentação da vítima após o agressor fugir. Uma das pessoas que passava pela via era o marido da vítima, que viu populares amparando a mulher.

 

Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e encaminhou a vítima para uma unidade de saúde. O caso será investigado pela Delegacia da Mulher. Câmeras da região vou ajudar na identificação do agressor.

 

 

*FONTE:GAZETA DIGITAL

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Assaltante morre baleado pela PM durante roubo no interior

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Assaltante ainda não identificado foi morto pela Polícia Militar, na noite de quinta-feira (26), durante um roubo em uma casa na cidade de Tangará da Serra (239 km ao Médio-Norte de Cuiabá). O comparsa dele foi preso na tentativa de fuga.

 

De acordo com as informações, mulher flagrou o momento em que os bandidos invadiram a sua casa e renderam a família. Ela conseguiu fugir e acionou a PM, que cercou a casa com o apoio da Força Tática.

Os suspeitos perceberam a movimentação e tentaram fugir pulando a janela. Um dos criminosos apontou a arma de fogo para os policiais, que reagiram e atiraram contra ele. O assaltante caiu ferido, enquanto o outro comparsa fugiu em direção à rua.

 

Mas, as equipes conseguiram alcançar o homem, que foi preso. Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e constatou a morte do assaltante.

 

Vítimas relataram que foram abordadas com violência pelos suspeitos, que tomaram chave do carro, celulares e outros objetos pessoais e de valores. O objetivo deles era fugir em posse da caminhonete da família. O caso foi registrado e será investigado pela Polícia Civil.

 

 

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‘Esperança estilhaçada’, diz mãe de Isabele sobre liberdade de autora do crime

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Patrícia Guimarães Ramos, mãe de Isabele Guimarães Ramos, morta com um tiro no rosto disparado pela sua ‘amiga’ em 12 de julho, quando tinha 14 anos, no Alphaville, em Cuiabá, afirma estar decepcionada ‘com coração dolorido e esperança estilhaçada’ com a decisão do Tribunal de Justiça em conceder habeas corpus para a autora do crime. Ela ainda contou que busca respostas para o questionamento do filho, que questiona o motivo da ‘assassina da minha irmã está solta’.

 

Decisão do HC foi proferida na quarta-feira (25), pela 3º Câmara Criminal de Cuiabá, que em vez de optar pela internação provisória da autora do crime, hoje com 15 anos, optou em manter apenas medidas restritivas, como: não sair no período noturno – seja final de semana e nos dias de folga’ e não fazer uso de álcool e similares. Vale ressaltar que o consumo de ‘álcool e similares’ já é proibido para menores de 18 anos.

Após a sentença, Patrícia divulgou uma nota pública afirmando decepção e indignação. “Ao receber a notícia pela mídia, fiquei vagando com meu carro, sem rumo, tentando criar coragem e pensando de que forma eu iria dar essa notícia para o meu filho, que todos os dias me pergunta por que a assassina da irmã está solta”.

 

Segundo Patrícia, o filho está ‘atravessando por um momento muito difícil pela perda da irmã’. Mas, essa não é a primeira perda que o menino precisa enfrentar. Em 2018, ele perdeu o pai, o médico Jony Ramos, em um acidente de trânsito na Estrada de Chapada. Em entrevista ao GD, Patrícia já tinha declarado o quanto era dificil voltar para casa sem Jony e Isabele.

 

“Com essa decisão de não recolher a menor que matou a minha filha e ainda sem saber o que dizer, preciso agora que alguém me ajude a dar uma resposta ao meu filho. […] como a minha filha que foi brutalmente retirada de nós, ele também é um menor de idade e precisa e tem o direito que seja dispensado a ele todos os cuidados que este terrível momento exige”, finalizou.

 

Audiência em andamento

A determinação do HC derruba o pedido pela internação de 45 dias enquanto o procedimento que julga a autoria do crime corre na Justiça. A menor está sendo julgada pelo ato infracional análogo ao homicídio doloso – quando há intenção de matar. A audiência já se encaminha para o final, e o Ministério Público Estadual (MPE) se posicionou pela internação da menor. A decisão será proferida nos próximos dias.

 

 

*FONTE:GAZETA DIGITAL

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