fbpx

MUNDO

EUA: Suprema Corte revisará lei do Texas que proíbe aborto

Publicados

em


A Suprema Corte dos Estados Unidos concordou, nesta sexta-feira (21), em ouvir no dia 1º de novembro uma contestação a uma lei do Texas que impõe uma proibição quase total ao aborto, em um caso que pode reduzir drasticamente o acesso ao aborto nos EUA se os juízes endossarem a medida.

Os juízes aceitaram as solicitações do governo do presidente Joe Biden e de clínicas de aborto para analisar imediatamente suas contestações à lei. O tribunal recusou-se a atender ao pedido do Departamento de Justiça de bloquear imediatamente a execução da legislação do Texas.

O tribunal irá avaliar se o desenho incomum da lei é legalmente permissível e se o governo federal tem permissão para processar o Estado que tentar bloqueá-lo.

A medida do Texas proíbe o aborto após cerca de seis semanas de gravidez – um ponto em que muitas mulheres ainda não percebem que estão grávidas. A lei abre uma exceção para uma emergência médica documentada, mas não para casos de estupro ou incesto.

A juíza liberal Sonia Sotomayor discordou do adiamento da decisão do tribunal sobre o veto à aplicação da lei enquanto o litígio continua. Sotomayor disse que a nova lei suspendeu quase todos os abortos no Texas, o segundo Estado mais populoso dos EUA, com cerca de 29 milhões de pessoas.

“A estratégia do Estado funcionou. O impacto é catastrófico”, escreveu Sotomayor.

A disputa no Texas é o segundo grande caso sobre aborto que o tribunal, que tem uma maioria conservadora de 6 a 3, agendou para os próximos meses. Além dela, será julgada em 1º de dezembro a legalidade de uma lei de aborto restritiva do Mississippi.

Comentários Facebook
Clique para comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

MUNDO

Ômicron: EUA endurecem regras de viagem e países controlam fronteiras

Publicados

em


Passageiros de aviões destinados aos Estados Unidos (EUA) enfrentarão regras de exames de covid-19 mais rigorosas, e outros países endurecem o controle das fronteiras em meio à incerteza a respeito da variante Ômicron do coronavírus e de sua capacidade de driblar a proteção das vacinas.

Japão e Hong Kong informaram que vão aumentar as restrições de viagem, e a Malásia proibiu temporariamente viajantes de países considerados em risco. O Japão, que já havia suspendido a entrada de todos os estrangeiros, relatou seu segundo caso da nova variante nesta quarta-feira (1º).

Outros países se preparam para mais casos: a Austrália disse que ao menos duas pessoas já provavelmente infectadas visitaram locais de Sydney, e a Dinamarca disse que uma pessoa infectada participou de um grande concerto.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) disse que “restrições de viagem generalizadas não impedirão a disseminação internacional e impõem um fardo pesado sobre vidas e meios de sustento”, mas também aconselhou pessoas indispostas, em risco, de 60 anos ou mais e que não se vacinaram a adiarem viagens.

Investidores continuavam tensos hoje, apesar de os mercados financeiros terem reagido a quedas bruscas do dia anterior, ocorridas na esteira de comentários do presidente executivo da Moderna, que manifestou dúvidas sobre a eficácia das vacinas contra covid-19 no combate à Ômicron.

Desde então, autoridades de saúde globais ofereceram garantias e reiteraram apelos para que as pessoas se vacinem.

“Nossa melhor forma de defesa continua sendo nossas vacinas”, disse o secretário da Saúde britânico, Sajid Javid, ao canal Sky News.

“É possível, claro, é possível que sejam menos eficazes. Simplesmente ainda não sabemos com certeza. Mas também é muito provável que continuem eficazes contra doenças graves”, disse.

Emer Cooke, diretora executiva da Agência Europeia de Medicamentos (EMA), afirmou que ao longo das próximas duas semanas análises de laboratório indicarão se o sangue de pessoas vacinadas tem anticorpos suficientes para neutralizar a nova variante.

A União Europeia adiantou o início de sua vacinação de crianças de 5 a 11 anos em uma semana, remarcando para o dia 13 de dezembro.

O presidente executivo da BioNTech disse que a vacina que a empresa faz em parceria com a Pfizer provavelmente proporcionará uma proteção forte contra doenças graves decorrentes da Ômicron.

Tanto o Reino Unido quanto os EUA ampliaram seus programas de doses de reforço em reação à nova variante.

Relatada primeiramente no sul da África uma semana atrás, a Ômicron ressalta a disparidade entre grandes iniciativas de vacinação em países ricos e a inoculação esparsa no mundo em desenvolvimento.

* Reportagens adicionais de Sakura Murakami, Reju Jose e Jamie Freed 

Comentários Facebook
Continue lendo

MUNDO

No Dia Mundial de Combate à Aids, papa pede solidariedade a vítimas

Publicados

em


 O papa Francisco pediu nesta quarta-feira (1º) mais solidariedade com aqueles que sofrem com o vírus HIV, para garantir os cuidados dos que vivem nos lugares mais pobres do mundo.

Em sua audiência geral, Francisco disse que o Dia Mundial de Combate à Aids é uma ocasião importante para lembrar das pessoas afetadas pelo vírus. Em algumas áreas do mundo não existe acesso a cuidados essenciais, disse ele.

A UNAids, programa de combate ao HIV e à aids, da Organização das Nações Unidas (ONU) sediado em Genebra, afirmou na segunda-feira que a pandemia de covid-19 está minando a reação à aids em muitos locais, e que os serviços para pessoas que usam remédios contra HIV sofreram transtornos em 65% dos 130 países pesquisados.

“Espero que possa haver um compromisso renovado de solidariedade para garantir cuidados de saúde eficientes e igualitários (para aqueles com HIV-Aids)”, disse o papa.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 37,7 milhões de pessoas conviviam com o HIV no final de 2020, mais de dois terços delas na África.

No mês passado, Francisco escreveu uma carta a Michael O’Loughlin, jornalista norte-americano que escreveu um livro sobre o trabalho de católicos que ajudaram vítimas da aids no início da crise surgida nos anos 80.

“Obrigado por iluminar as vidas e dar testemunho dos muitos padres, mulheres religiosas e leigos que escolhem acompanhar, apoiar e ajudar seus irmãos e irmãs sofrendo de HIV e aids, com grande risco para sua profissão e reputação”, escreveu o papa na carta.

Comentários Facebook
Continue lendo

MUNDO

Vacinas devem proteger infectados por variante Ômicron, diz secretário

Publicados

em


 O secretário de Saúde do Reino Unido, Sajid Javid, disse, nesta quarta-feira (1º),que é possível que as vacinas sejam menos eficazes contra a variante Ômicron do coronavírus, mas que elas ainda devem proteger infectados pela nova cepa de doenças graves.

“Nossa melhor forma de defesa ainda continua sendo nossas vacinas”, disse Javid à Sky News. “É possível, claro, que seja menos eficaz. Só ainda não sabemos ao certo. Mas também é muito provável que permaneça eficaz contra doenças graves”, afirmou.

Comentários Facebook
Continue lendo

Política

Polícia

GERAL

Mais Lidas da Semana