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Polícia

Em investigação sobre homicídio, policiais civis localização veículo de vítima dentro de rio

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A equipe da Delegacia da Polícia Civil de Matupá, no norte do estado, localizou nesta quinta-feira (26) a motocicleta da vítima de um homicídio ocorrido no mês de abril deste ano, na Gleba União.

O veículo foi localizado por investigadores durante diligências na zona rural. A moto foi jogada em um rio, a cerca de 100 quilômetros da cidade de Matupá. Os policiais civis solicitaram apoio ao Corpo de Bombeiros de Guarantã do Norte para a retirada do veículo do rio.

No início do mês de maio, a Polícia Civil prendeu temporariamente três pessoas, que são investigadas por participação no homicídio de Railson Conrado da Silva, de 24 anos. A vítima foi morta com requintes de crueldade, teve parte do corpo desmembrada e ocultada em uma mata nos fundos de uma residência na Gleba União, na zona rural do município.

No dia 11 de maio, a Delegacia de Matupá deflagrou a Operação Loki e cumpriu seis mandados de prisão e de buscas contra alvos investigados pelo crime. Uma das pessoas presas é a esposa da vítima.

No dia em que o corpo de Railson foi localizado, um suspeito de envolvimento no crime foi conduzido pela Polícia Militar e autuado em flagrante. Com o avanço das investigações, foram identificados os demais envolvidos no crime e o delegado Waner dos Santos Neves representou pela decretação da prisão temporária dos suspeitos.

Fonte: PJC MT

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Mato Grosso

Testemunha diz que mulher pediu para ‘Japão’ atirar em todo mundo

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Conforme uma testemunha ouvida pelo Mídia News, que pediu para não ser identificada, a mulher de Japão pediu para o agente do sistema socioeducativo Alexandre Miyagawa, atirasse em todo mundo. A testemunha afirmou que viu toda a dinâmica da confusão que resultou na morte do agente.

Durante a conversa, a testemunha contestou a versão dada pela mulher de Miyagawa, Janaina Sá, de que o agente não estava com arma em punho quando recebeu os tiros do vereador.
Disse que estava já distante do casal, mas que teria ouvido a Janaina gritar: ‘Saca a sua arma aí agora, e dá tiro em todo mundo’. Nessa hora, o Japão levantou a arma para cima e saiu andando para atravessar a rua. Uma pistola pequena, preta. Aí alguém gritou: ‘Ele está armado'”, afirmou.

O agente, conhecido como Japão, morreu em frente a uma distribuidora de bebidas, em Cuiabá, morto a tiros pelo vereador Marcos Paccola (Republicanos), no início da noite de sexta-feira (1).

A mulher contou que estava no local com o marido e um casal de amigos, quando ouviu um barulho alto vindo da rua. Instantes depois, ela conta que uma atendente do local anunciou que era um carro branco que havia invadido a via na contramão.

“Ao ouvir o barulho, ouvi gritos, e fui correndo ver, porque meu marido havia estacionado nosso carro na rua. Ao chegar próxima ao carro, os donos dos outros carros já estavam no local”.

“Eu fui olhar o carro do meu marido para ver se não tinha batido e arranhado. E ouvi ela, ainda dentro do carro, super alterada, gritando muito e batendo no volante: “Eu não aguento mais!”, relatou a testemunha ao contar que era a mulher quem conduzia o carro.
Segundo a testemunha, Janaina desceu do carro “bastante alterada” e partiu para cima das pessoas que estavam ali questionando o que ela havia feito.

“Ela desceu do carro, veio para cima de nós – donos dos carros – e nos questionou: O que eu fiz de errado? Bati no seu carro? Eu disse: Não bateu. E virei as costas. Nisso ela veio atrás de mim e gritou: Oh do cabelão, volta aqui. O que eu fiz errado? E eu disse que ela havia entrado na contramão e quase matado um motoqueiro. E ela gritou: Foda-se! Eu entro na contramão a hora que eu quero, essa rua é minha, é a rua da minha empresa”, contou.

“E eu dei de ombros, e ela começou a gritar com outras pessoas que estavam no local chamando de maconheiros, drogados, disse que ninguém prestava. E uma pessoa de dentro da distribuidora começou a discutir com ela”.

Ela contou que, durante o bate-boca, o agente desceu do carro aparentemente alcoolizado, mas calmo, e tentou retirar a mulher da confusão.
“O Japão estava todo tempo tentando conter ela, dizendo ‘calma’, tentava retirar ela dali, e ela gritava e xingava ele. Ele estava visivelmente bêbado, mas estava calmo. E ela estava alteradíssima”, contou.

 

Paccola e os tiros

 

A mulher revelou que, por estar no meio da confusão, não viu o momento exato em que o vereador Paccola chegou ao local. Ela disse que apenas lembra de vê-lo ao seu lado, observando a movimentação.

 

“Nessa hora o Paccola já tinha chegado e estava analisando a situação. Eu não vi ele chegar, só vi quando ele apareceu do meu lado. Eu já distante do casal, não sei o que foi dito nem o que aconteceu, só ouvi ela gritar pro Japão: ‘Saca a sua arma aí agora, e dá tiro em todo mundo'”.

 

“Nessa hora, o Japão levantou a arma para cima e saiu andando para atravessar a rua. Era uma pistola pequena, preta. Eu vi. Aí alguém gritou: Ele está armado. Nessa hora, o Paccola passou correndo e gritou: ‘Abaixa a sua arma’, algumas vezes. E depois, aconteceu o que aconteceu”, contou.

 

A mulher disse ainda que ouviu ao menos três disparos de arma de fogo, mas não sabe precisar com certeza. “Nessa hora eu desviei o olhar porque fiquei com medo. E depois eu ouvi o Paccola falar para o assessor: pega a arma dele”, disse.

 

“Após os tiros, ela [Janaina] foi para cima do Paccola o questionando porque ele havia matado o Japão, xingava ele, e fazia vídeo. O Paccola, ao lado da Janaina, dizia: Eu te defendi. Eu ouvi ele falando”, disse.

 

A mulher afirmou que irá procurar as autoridades policiais para prestar oficialmente um depoimento nesta segunda-feira (4). Ela não quis se identificar por temer pela sua segurança.

 

Versão da viúva

 

Em conversa com o MidiaNews, Janaina relatou que Alexandre, conhecido como “Japão”, morreu de forma banal. “Ele nem soube por que morreu, coitado”, lamentou.

 

Janaina admitiu que dirigia o carro em alta velocidade na contramão e que Alexandre estava armado, porém garante que ele não apontou a pistola para ninguém.

 

Ela relatou que os dois estavam indo ao Choppão e, como não havia vaga nas proximidades, resolveu estacionar em outro ponto.

 

Após cruzar a Filinto Müller em alta velocidade, ela disse que resolveu parar para fazer xixi em uma distribuidora de bebidas que fica na esquina.

 

“Ele [Alexandre] falou: ‘Amor, espera”. Falei que não ia esperar porque estava louca para ir ao banheiro. E saí andando. Ele saiu do carro colocando a arma dentro do coldre, com um celular em uma mão e, na outra mão, a carteira”, afirmou.

 

Janaina conta que, nesse momento, percebeu que Paccola estava se aproximando. E que o marido estava vindo atrás dela, com o celular em uma mão, a carteira na outra e arma no coldre.

 

“Depois só escutei os disparos. E quando percebi, o Alexandre já estava no chão”, disse ela. O caso está sendo investigado pela DHPP.

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Polícia

Polícia Civil apreende duas armas de fogo, várias munições e prende um suspeito em Cáceres

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Policiais civis, da 1ª Delegacia de Cáceres (225 km a oeste de Cuiabá), apreenderam duas armas de fogo e diversas munições, na manhã desta segunda-feira (04.07), durante averiguação de denúncia anônima.

Uma das armas apreendidas é uma pistola Taurus de calibre .40, furtada de um policial civil em Cuiabá.

Um suspeito, de 36 anos, foi autuado em flagrante pelos crimes de posse irregular de arma de fogo de uso permitido e posse ilegal de arma de fogo de uso restrito ou proibido.

Após receber informações sobre um sítio localizado próximo a região conhecida como “Chapadinha”, em Cáceres, onde estariam escondidos integrantes de facção criminosa, a equipe passou a monitorar o local.

Durante o trabalho de campana, foi verificada movimentação intensa de pessoas no endereço, razão pela qual na manhã desta segunda-feira (04) os policiais civis se aproximaram da propriedade.

Ao serem recebidos, o morador autorizou a entrada na residência e, nas buscas, foi localizada uma pistola Taurus modelo 840 e oito munições,  além de uma espingarda de calibre 22, com munições.

Em checagem, foi constatado que a pistola era produto de furto ocorrido em Cuiabá, tendo como vítima um policial civil. 

Diante dos fatos, o suspeito foi conduzido à 1ª Delegacia de Cáceres, interrogado pelo delegado Marlon Nogueira e autuado em flagrante delito. Após a confecção dos autos, o preso foi colocado à disposição da Justiça.

Fonte: PJC MT

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Polícia

Polícia Civil incinera 300 quilos de entorpecentes em Rondonópolis

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A Polícia Civil incinerou nesta segunda-feira (04.07), em Rondonópolis, mais 300 quilos de entorpecentes apreendidos no semestre. A queima da droga é autorizada pela Justiça após realização de perícia pela Politec.

O material incinerado pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Rondonópolis é resultado de apreensões realizadas pelas forças de segurança em ações policiais no município.

Esta é a quinta incineração em 2022 realizada pela Derf e já alcançou quase 2,5 toneladas de entorpecentes queimados, entre maconha, cocaína, pasta base e drogas sintéticas.

O ato faz parte da Operação Narco Brasil, coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública no combate ao tráfico de drogas, incineração de entorpecentes e cerco ao crime organizado com auxílio das forças policiais federais e dos 26 estados e o Distrito Federal.

Fonte: PJC MT

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