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Política MT

Deputados aprovam proposta do MPE

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Projeto prevê a criação de 165 vagas para o cargo de auxiliar ministerial. O salário mensal é de R$ 1.800,00.

Os deputados estaduais aprovaram em 1ª votação, na sessão de terça-feira (9), o Projeto de Lei 242/2019, que está tramitando em dispensa de pauta. A proposta altera a Lei 9.782/2012 do quadro pessoal do Ministério Público do Estado (MPE). A matéria segue para análise da Comissão de Constituição e Justiça e Redação (CCJR) e depois volta ao plenário para a 2ª votação.

Na proposta, o procurador-geral de Justiça, José Antônio Borges, prevê a criação do cargo de auxiliar ministerial, com carga horária de 25 horas semanais. Para essa função, foram criadas 165 vagas. O salário mensal é de R$ 1.800,00.

Outra alteração está no reajuste da verba indenizatória mensal para custear despesas com alimentação dos servidores que pertencem aos serviços auxiliares do MPE, e com jornada de no mínimo de 30 horas semanais. O valor pago hoje é de R$ 30 e deve passar para R$ 50 e de R$ 50, sobe para R$ 70 por dia.

O cargo de auxiliar ministerial, de acordo com a proposta, foi criado em função da redução de outras áreas existentes na Procuradoria. Entre os cargos que sofreram redução está o de assessor especial, que hoje é de 35 e cai para 25. O outro é de assistente ministerial – da área meio – que cai de 77 para 70.

A jornada de trabalho básica do servidor do cargo de provimento efetivo e permanente é de 40 horas semanais, e do provimento em comissão é de 25 horas semanais ou 40 horas semanais. Hoje o quadro em comissão – de cargos de natureza especial – é de 756 vagas.

De acordo com a proposta em tramitação na Assembleia Legislativa e com a Revisão Geral Anual (RGA-2019), o maior salário de R$ 17.150,77 é do diretor-geral MPE.  Já o menor salário é do auxiliar ministerial que ficará em R$ 1.800,00.

POR: ELZIS CARVALHO / Secretaria de Comunicação Social

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Politica

Falta de articulação do PT de MT é criticada por Lúdio

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O deputado estadual Lúdio Cabral (PT) criticou a falta de protagonismo do Partido dos Trabalhadores em Mato Grosso diante das articulações para a construção de uma chapa de oposição ao governador Mauro Mendes (União) nas eleições de 2022.

Na avaliação do parlamentar, faltou iniciativa da legenda, que, no Estado, é comandada pelo deputado estadual Valdir Barranco. “Aqui em Mato Grosso faltou iniciativa do PT para construir uma candidatura de oposição. Em política não existe espaço vazio, se alguém não ocupa o espaço que é seu, alguém vai ocupar”, disse durante entrevista ao vídeo cast Sem Moage.

Na avaliação do parlamentar, faltou iniciativa da legenda, que, no Estado, é comandada pelo deputado estadual Valdir Barranco. “Aqui em Mato Grosso faltou iniciativa do PT para construir uma candidatura de oposição. Em política não existe espaço vazio, se alguém não ocupa o espaço que é seu, alguém vai ocupar”, disse durante entrevista ao vídeo cast Sem Moage.

As criticas tem como pano de fundo as movimentações para a construção das chapas majoritárias. Isso porque há menos de 2 semanas para o fim das convenções partidárias, a federação o qual o PT faz parte junto com o PV e PC do B, não conseguiu consolidar uma chapa sólida para ingressar na disputa contra a atual gestão do Palácio Paiaguás.

Sem encontrar um nome expressivo para lançar ao pleito, o grupo analisa lançar o nome da primeira-dama, Márcia Pinheiro, como candidata ao governo.

O nome de Márcia tem sido articulado pelo prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), após senador Carlos Fávaro e a ex-reitora da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Mária Lúcia, declinarem da disputa. Conforme noticiou o , na avaliação de Lúdio, a falta de liderança da Executiva Estadual do PT nas discussões tem dado brecha para que Emanuel – mesmo não fazendo parte do grupo – interfira nas discussões da federação.

“Por que o Emanuel fica falando em nome da federação sendo que ele não está filiado a nenhum partido que integra o grupo? … Não pode ser alguém que não é da federação, ficar falando em nome da federação”, finalizou.

Fonte: Gazeta Digital

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Mato Grosso

Moisés Franz foi confirmado como candidato ao Governo de MT pelo PSOL

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A federação composta pelos partidos Psol e Rede realizou sua convenção na terça-feira (26) e lançou Moisés Franz como candidato ao Governo do Estado.

 

Franz, que terá como vice-governador Franq Silva, está disputando pela segunda vez um mandato no Palácio Paiaguás.

 

Em 2018, ano em que Mauro Mendes (União Brasil) se elegeu, o candidato ficou em último lugar na votação. Ele recebeu 14.724 votos, totalizando 1,03%.

 

Além de Franz, a federação também lançou o nome do Procurador Mauro para concorrer a uma cadeira na Câmara Federal.

Em 2020 o procurador anunciou que seria candidato a deputado federal após ser derrotado nas urnas na eleição suplementar ao Senado.

 

Esta será a nona vez que ele tenta um cargo político. Ele já se candidatou ao Senado três vezes e disputou eleições para a Prefeitura de Cuiabá, Câmara Federal e Governo do Estado, chegando a anunciar, tempo depois, que não mais participaria de pleitos eleitorais.

 

Confira a lista completa dos candidatos:

 

Governador: Moisés Franz

Vice-Governador: Franq Silva

Senador: José Roberto de Freitas Cavalcante

1º Suplente: Vanderley da Guia

2º Suplente: Manoel Antonio de Melo

 

Deputado estadual

 

Elisângela do Espírito Santo Silva

Antônio Carlos de Jesus Fernandes

Jocimar Boone Wagner

Andrea Jeneffer de Campos Oliveira

Efrain de Souza Castilho Sobrinho

Gonçalo Mendes da Silva

Janaína Lima dos Santos

Paulo Roberto Freire

Miguel Costa de Sousa

Alexandre Pinto Liberatti

Rafael Vieira Mendes

 

Deputado federal

 

Mauro César Lara de Barros (Procurador Mauro)

Julian Tacana

Milton Dantas de Oliveira

Lidiany Sena

Gonçalina de Melo

Carlos Caiapó

Cristiane Laura de Souza

Bianca Nardes Pause

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Mato Grosso

4 pré-candidatos de MT são apoiados por colecionadores de armas

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Quatro pré-candidatos de Mato Grosso são apoiados por Colecionadores de Armas, Atiradores e Caçadores (CACs) e pela Associação Proarmas na disputa eleitoral deste ano. O grupo pretende criar uma bancada no Congresso Nacional e fundar um partido a partir de 2023.

A informação é do jornal Estadão, que traz a pré-candidata a deputada federal, Amália Barros, e o pré-candidato ao Senado, Antônio Galvan (PTB), aparecem na lista dos 34 candidatos apoiados por CACs de todo o país.

Já os candidatos apoiados pela Associação Proarmas são o deputado estadual Gilberto Cattani (PL) e o vereador de Cuiabá, Marcos Paccola, pré-candidato a deputado estadual pelo Republicanos.

 

 

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