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Comentarista da Jovem Pan News, rasga elogio ao deputado Nelson Barbudo

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Durante encontro  casual com o deputado federal Nelson Barbudo (PL), José Maria Trindade,  comentarista do programa Os Pingos nos Is, da Jovem Pan News,  ‘ e fez questão de cumprimentá-lo: “Um deputado que honra a barba, honra a tradição”, destacou o experiente jornalista.

Trindade é o que se pode chamar de monstro sagrado do jornalismo brasileiro. Seus comentários lúcidos, fundamentados e, às vezes, demolidores de narrativas da esquerdas, no programa de enorme audiência nacional Os Pingos nos Is, alcaçaram o experiente jornalista ao panteão reservados aos profissionais de comunicação que fazem da profissão o sacerdócio de informar com isenção e imparcialidade.

José Maria Trindade, o homem dos Pingos nos Is, cobre há décadas, no coração político do Brasil, os bastidores dos ministérios, do Congresso, do Planalto e dos tribunais superiores. É, portanto, um profissional dotado de visão holística sobre o Brasil. Trindade conhece e segue os passos de cada deputado federal e senador. É um jornalista especializado na cobertura política.

Pois é!

“Salve, pessoal. Sou o José Maria Trindade, dos Pingos nos Is. Estamos aqui no coração do congresso nacional, no coração do poder legislativo, na antessala do plenário e aqui o deputado Nelson Barbudo em plena atividade”, afirmou.

Surpreso com a manifestação de carinho e de reconhecimento a sua atuação parlamentar pelo jornalista Trindade, Barbudo improvisou palavras de gratidão.

– Pessoal do Mato Grosso, eu seu que vocês são fã do jornalismo coerente, profissional do José Maria Trindade. Se não for o número do Brasil, com sua equipe forma a nata do jornalismo de verdade. É isso que o Brasil precisa e é por isso que eu quero cumprimentar o senhor. Os meus parabéns, em nome do povo do Mato Grosso em respeito ao senhor que faz do jornalismo uma profissão de informação para o nosso povo que anda tão surpreso com a mídia marron -, afirmou Barbudo.

“É um prazer estar aqui com um deputado que honra a barba, honra a tradição e está aqui representando a todos”, declarou Trindade, deixando explícita sua avaliação positiva sobre a atuação parlamentar de Barbudo, seja na defesa de pautas de costume, como liberação do porte de armas, caça esportiva, combate a tentativa da esquerda de liberação da maconha e do aborto, como apoio firme ao presidente Jair Bolsonaro.

Assista o vídeo:

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Cattani tira onda com arma de brinquedo no saguão da assembleia

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Alvo de um pedido de investigação do MPE, o deputado Gilberto Cattani (PL) desfilou pela Assembleia nesta quarta-feira (10) portando uma espingarda de brinquedo.

 

O objeto faz alusão ao motivo pelo qual o chefe do MPE, José Antonio Borges, fez o pedido contra Cattani, que publicou uma foto em que uma criança segura uma arma.

 

Cattani ainda voltou a afirmar que a arma nas mãos da criança era de brinquedo e disse que não teme a investigação.

 

“Não é nem uma réplica, e muitos menos uma arma de fogo. É um brinquedo, inclusive comprei e trouxe um igual aqui hoje no plenário para mostrar. Comprei no Shopping Popular. É idêntica a da foto”, disse à imprensa.

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Clube flutuante que ficou à deriva naufraga em Balneário Camboriú

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A estrutura do primeiro clube flutuante de Santa Catarina, que se desprendeu e foi arrastada para alto-mar em Balneário Camboriú, no Litoral Norte, naufragou, informou a Marinha em comunicado na tarde desta quarta-feira (10). A Delegacia da Capitania dos Portos em Itajaí, na mesma região, abriu inquérito para investigar as causas do acidente. Não havia ninguém na estrutura quando ela se desprendeu.

O clube flutuante se desprendeu e foi arrastado na manhã desta quarta. na manhã desta quarta-feira (10). Segundo a administração do empreendimento, a estrutura ficou à deriva por conta do ciclone extratropical que passa pelo estado.

A estrutura ficava atracada na margem direita do Rio Camboriú, segundo a Marinha. Barcos de resgate foram acionados e tentaram conter a plataforma, mas sem sucesso. Após se desprender, a estrutura foi para alto-mar, onde se partiu no meio e naufragou próximo à Ilha das Cabras, no mar da Praia Central.

Uma equipe de inspeção naval da Delegacia da Capitania dos Portos em Itajaí foi até o local do naufrágio para coletar dados e informações. A Marinha também vai publicar um aviso náutico de alerta para a segurança da navegação, já que os destroços da estrutura podem danificar outras embarcações.

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Clube flutuante

A plataforma tem cerca de 950 metros quadrados e foi construída para receber 700 pessoas. O espaço estava pronto, mas não havia sido inaugurado. A administração informou que aguardava o fim do período de pesca passar para deslocar a estrutura para o local certo, na Barra Sul, e colocar todas as poitas previstas.

Ciclone deixa primeiro clube flutuante de SC à deriva em Balneário Camboriú — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Ciclone deixa primeiro clube flutuante de SC à deriva em Balneário Camboriú — Foto: Reprodução/Redes Sociais

” Com passagem de um ciclone extratropical com chuva intensa e ventos fortes com a velocidade das rajadas ultrapassando 100km/h, que atinge o litoral de Santa Catarina, a estrutura da plataforma náutica se desprendeu e foi arrastada para alto-mar na Praia Central”, informou o empreendimento.

 

Na tarde desta quarta, os sócios do empreendimento informaram que estão ativando um plano de resgate da estrutura e apresentarão uma forma de recuperar o espaço. De acordo com a empresa, a plataforma estava abrigada em águas calmas, às margens do canal da Barra Sul, mas não resistiu e se soltou das correntes e poitas no local em que se encontrava.

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Médica diz que não é assassina e que “ser rica” prejudicou defesa

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A médica Letícia Bortolini usou as redes sociais, nesta terça-feira (09), e se manifestou publicamente pela primeira vez, sobre ter atropelado e matado o verdureiro Francisco Lucio Maia, em 2018. Na publicação, ela se declarou inocente e afirmou que “o fato de ser rica” a prejudicou.

Francisco foi atropelado e morto no dia 14 de abril de 2018, por volta das 19h35, na Avenida Miguel Sutil, em frente à agência do Banco Itaú, bairro Cidade Verde, em Cuiabá.

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A manifestação da médica veio um dia após a 1ª Promotoria de Justiça Criminal de Cuiabá atender ao pedido do Ministério Público do Estado (MPMT) e determinar que ela seja submetida a julgamento pelo Tribunal do Júri.

 

De acordo com a gravação, Letícia diz que o que aconteceu foi um acidente e que isso poderia ter acontecido com qualquer pessoa. Ela ainda destacou que pretende recorrer da decisão.

 

“O que eu sofri é um acidente de trânsito, que pode acontecer com qualquer pessoa às 7 da manhã, da noite, às 3 da manhã, ao meio-dia. Todo dia quem dirige está sujeito a um acidente de trânsito. Tenho direitos, todos nós temos […]. É óbvio que eu vou recorrer”, afirmou.

Segundo ela, o caso tomou proporções diferentes por ser rica.

“As pessoas sabem que meu caso é diferente, porque sou médica, porque sou rica, é diferente quando tem dinheiro. A gente é tratada diferente, porque existe uma guerra entre rico e pobre nesse País. Parece que, quando pode pegar um rico e colocar na cadeia, todo mundo vence, todo mundo fica feliz, mas a gente tem direitos e os meus direitos estão sendo tolhidos desde o dia do acidente”, afirmou.

A médica ainda destacou que não é “assassina”, ao lembrar um pouco do que aconteceu na madrugada do acidente.

“O senhor Francisco não estava na rua, ele entrou na rua no exato momento que meu carro passou. Ele também, provavelmente, não entrou porque quis. Caiu em cima do meu carro, porque ele estava completamente embriagado, isso foi comprovado, está nos autos. Não estou falando nenhuma mentira”, afirmou.

“Eu não vi uma pessoa. Como você vai parar quando ouve um barulho de um ferro e vê o retrovisor caindo? Não vi e a minha atitude não foi parar, foi ir até em casa e descobrir o que estava acontecendo. Isso não me torna bandida, assassina”, emendou médica.

Apesar das declarações, para o MPMT, Letícia conduziu o veículo “com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool, em velocidade incompatível com o limite permitido para a via, assim como assumindo o risco de produzir o resultado, matando o verdureiro”.

Após o atropelamento, ela deixou de prestar socorro imediato à vítima, bem como fugiu do local do acidente para escapar da responsabilidade civil e penal.

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