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Começa em Madri Conferência da ONU sobre mudanças climáticas

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POLÍTICA

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, pediu que governos de todo o mundo ampliem seus esforços para combater o aquecimento global.

Guterres concedeu entrevista em Madri nesse domingo (1º), dia anterior à abertura da Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas, conhecida como COP25. Representantes de mais de 190 países e regiões devem participar do evento, que será realizado na capital espanhola.

Guterres disse que desastres naturais relacionados ao clima se tornaram mais frequentes, demandando mais custos financeiros e humanos. Ele afirmou que as mudanças climáticas não são mais um problema de longo prazo, e que as pessoas enfrentam agora uma crise climática global.

Segundo o secretário-geral da ONU, esforços globais para interromper as mudanças climáticas têm sido absolutamente inadequados, e o que ainda falta é vontade política.

A conferência deste ano visa a chegar a um consenso sobre algumas das regras de implementação do Acordo de Paris que ainda estão sendo debatidas. O acordo, que visa a combater o aquecimento global, deve ser implementado no ano que vem.

A COP25 continua até o dia 13 de dezembro. O ministro do Meio-Ambiente do Japão, Shinjiro Koizumi, representa o país. A jovem ativista sueca Greta Thunberg também deve participar.

 

Fonte: Agência Brasil

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POLÍTICA

Câmara negocia reduzir contrapartidas de socorro a estados e municípios

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O deputado Pedro Paulo (DEM-RJ), relator na Câmara do projeto de socorro financeiro a estados e municípios, vai propor a exclusão de garis, assistentes sociais e guardas municipais do congelamento de salário do serviço público por 18 meses proposto como contrapartida para o repasse direto de R$ 60 bilhões da União aos entes federativos.

A oposição também pressiona para deixar os servidores da educação de fora da suspensão dos reajustes até o final de 2021 e deve apresentar destaque ao texto do relator.

A proposta aprovada pelo Senado no sábado (2) poupa servidores da saúde, da segurança pública e das Forças Armadas do congelamento salarial das esferas municipal, estadual e federal. Mas o relator quer deixar claro no texto que os servidores da União dentro dessas categorias também serão beneficiados, como policiais federais.

Segundo Pedro Paulo, as mudanças não são de mérito, mas de redação, e o projeto não precisaria voltar a ser analisado pelos senadores. No entanto, esse entendimento depende da concordância entre as Mesas Diretoras das duas Casas.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), iniciou a sessão desta terça-feira (5) com a votação da urgência do projeto de ajuda aos entes federativos. Maia pode inverter a pauta para que a proposta seja analisada antes da votação de segundo turno da chamada PEC do Orçamento de Guerra, que separa os gastos das ações de enfrentamento da Covid-19 do Orçamento geral e foi aprovada ontem em primeiro turno.

*Fonte: CNN Brasil

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POLÍTICA

Investigadores não veem “bala de prata” em depoimento de Moro

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Investigadores envolvidos no inquérito que apura as acusações do ex-ministro da Justiça Sergio Moro ao presidente Jair Bolsonaro avaliaram que não foi apresentada nenhuma “bala de prata” contra ele nas mais de oito horas de seu depoimento no último sábado, na sede da Superintendência da Polícia Federal do Paraná, em Curitiba.

A análise é a de que, a despeito da duração do depoimento, não houve avanço significativo em relação à fala do ex-ministro durante seu ato demissional na manhã do dia 24 de abril. Apontam, nesse sentido, dois indicativos disso. O primeiro é o tamanho em si do depoimento em sua versão final —- as oito horas viraram dez páginas, que devem se tornar públicas a qualquer momento pelo Supremo Tribunal Federal (STF). O segundo indicativo foram os próprios pedidos de diligências feitos pelo procurador-geral da República, Augusto Aras, na tarde dessa segunda-feira (4).

Segundo fontes, as solicitações basicamente “espelham” o que foi falado no depoimento. Moro citou ministros de estado (Luiz Ramos, Braga Netto e Augusto Heleno) como testemunhas de uma reunião fechada no dia 23 de abril, em que ele [Moro] teria sido pressionado a substituir Maurício Valeixo da PF (o que motivou o pedido para ouvi-los).

Ele também falou sobre sua assinatura ter aparecido no Diário Oficial da União que exonerou Maurício Valeixo do comando da Polícia Federal (o que justifica o pedido de Aras dos procedimentos legais da publicação). O ex-juiz ainda mencionou a reunião ministerial do dia 22 de abril em que Bolsonaro lhe cobrou a saída de Valeixo (o que fez Aras pedir o vídeo completo do encontro), além de ter mostrado mensagens de celular que já haviam sido se tornadas públicas.

Nada, portanto, para investigadores, que avançasse significativamente na narrativa que ele já havia falado publicamente quando deixou o cargo. A leitura é a de que Moro evitou regredir no tempo em sua relação com Bolsonaro justamente porque poderia se auto-incriminar.

Isso porque, se houvesse alguma prova de que Bolsonaro tentou interferir no passado na PF e Moro nada fez, ele poderia incorrer em prevaricação, tipo penal pelo qual o funcionário público deixa de denunciar algum crime. Ademais, Moro não regrediu no tempo pois pegou o hábito de apagar mensagens antigas depois que teve seu celular hackeado e conversas divulgadas.

Há também a avaliação de que Aras pediu as diligências muito mais para evitar ser apontado de antemão como “engavetador” – ele costuma receber críticas por sua proximidade com o Palácio do Planalto – do que por acreditar que as diligências pedidas irão evoluir para apontar de modo irrefutável a interferência política de Bolsonaro na PF.

Os ministros que serão ouvidos, por exemplo, despacham diariamente com o presidente e são os mais próximos dele em toda a Esplanada. Ninguém espera que dali saia algo certeiro para desestabilizar Bolsonaro. A mera cobrança por parte dele da substituição de Valeixo feita em reunião ministerial do dia 22 de abril também é colocada muito mais como um ato de exercício regular do cargo – ele pode cobrar a substituição de integrantes do governo – do que como uma prova irrefutável de interferência política.

*Fonte: CNN Brasil

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POLÍTICA

Sirlei entra na disputa ao Senado; Botelho faz campanha extemporânea

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Sirlei Teis disputa a eleição suplementar ao Senado. Na revelação, exclusiva ao Boamidia, nesta quarta-feira, 18, Sirlei acrescentou que tem o sinal verde – sem trocadilho –  do PV Nacional e Estadual. Com ela, são três nomes que assumem a pré-candidatura sem barreiras em seus partidos: Carlos Fávaro (PSD) e Neurilan Fraga (PL). Duas dezenas de políticos de diversas siglas são citados enquanto prováveis candidatos, muito embora alguns neguem essa condição.

Em Mato Grosso o Partido Verde, de Sirlei, não figura entre os grandes partidos, e a exemplo dos demais, terá dificuldade para compor chapa suprapartidária ao Senado, devido ao grande número de  concorrentes distribuídos em praticamente todas as legendas. Quanto a isso ela não vê problema, “é uma situação que será avaliada no momento certo”, observa.

Confiante que chegará preparada e fortalecida à disputa, Sirlei diz que além do apoio dos correligionários, conta com a simpatia de filiados a outras siglas e até mesmo sem filiação, que acreditam na sua capacidade para exercer mandato de senadora.

Neurilan e Fávaro, cada macaco em seu galho
Neurilan e Fávaro, cada macaco em seu galho

Mandato eletivo Sirlei nunca exerceu, mas foi candidata a vice-governadora em 2018 na chapa encabeçada pelo senador liberal Wellington Fagundes. Experiência na vida pública não lhe falta. Advogada e servidora estadual de carreira na área da Segurança Pública, foi secretária-adjunta Sistêmica de Segurança Pública no governo de Silval Barbosa e parte do mandato de Pedro Taques.

Combativa em defesa da mulher vítima da violência doméstica, percorre Mato Grosso proferindo palestras e participando de seminários e outros eventos nessa área. Seu posicionamento é o de uma mulher, que em determinado momento de sua vida também sofreu agressões físicas e psicológicas do companheiro.

À princípio Sirlei não queria falar sobre sua decisão. Argumentou que o PV em breve concederá coletiva nesse sentido e que esse papel cabe ao partido. Diante da insistência do repórter, ela cedeu, mas fez questão de observar que sobre a disputa ao Senado não cederá.

OUTROS DOIS – Carlos Fávaro disputou o Senado em 2018 e recebeu 434.972 votos. Lutou na Justiça Eleitoral pela cassação da senadora Selma Arruda (Pode), o que acaba de acontecer, uma vez que o Tribunal Superior Eleitoral por 6 votos a 1 cassou sua chapa por crimes de abuso de poder econômico, caixa 2 e campanha extemporânea.

Fávaro é produtor rural e presidiu a Associação dos Produtores de Milho e Soja (Aprosoja). Em 2014, pelo PP,  se elegeu vice-governador de Pedro Taques (à época PDT e agora PSDB). No último ano do mandato de Taques, Fávaro renunciou para se blindar de alguma manobra do titular. Taques seria candidato à reeleição e Fávaro queria concorrer ao Senado; se Taques viajasse ao exterior, o vice automaticamente seria revestido do cargo, o que o deixaria inelegível. Não se tratou de renúncia por discordar do modo de administrar do governador, mas sim, de uma jogada preventiva orientada por advogado.

Fávaro assumiu a presidência do PSD, partido que foi formado em Mato Grosso sob a liderança do então deputado – e dono da Assembleia Legislativa – José Riva. A base do PSD tem forte predominância das chamadas Viúvas de Riva – grupo que gravitava à sombra daquele ex-parlamentar, que acumula penas em primeira instância, que somam mais de 100 anos de prisão por crimes do colarinho branco.

Neurilan preside a Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM) no terceiro mandato consecutivo. Por duas vezes consecutivas foi prefeito de Nortelandia. Neurilan era filiado ao PSD, mas migou para o PL do senador Wellington Fagundes, por entender que o partido não deixaria de indicar o nome de Fávaro ao Senado.

Além do aval do PL,  Neurilan recebeu um manifesto com a assinatura de 82 prefeitos de diversos partidos, indicando seu nome à disputa, em nome da causa municipalista.

Cidinho e o PL atravessando entre ele e Blairo
Cidinho e o PL atravessando entre ele e Blairo

DEMAIS – Duas dezenas de outros nomes são cogitados. Alguns negam que aceitariam a indicação. São eles:

PSDBFrancis Maris, empresário e prefeito reeleito de Cáceres; e Nilson Leitão, que foi vereador e duas vezs prefeitos de Sinop, deputado estadual, deputado federal e que disputou o Senado em 2018, quando recebeu 330.430 votos.

PRBAdilton Sachetti, arquiteto e empresário rural que foi prefeito de Rondonópolis, secretário de Estado e deputado federal; em 2018 Adilton concorreu ao Senado e recebeu 333.082 votos.

PSOLProcurador Mauro, servidor da Receita Federal e cantor de lambadão,  que há mais de uma década disputa eleições estaduais e municipais em Cuiabá.

PCdoBMaria Lúcia Cavalli, professora e ex-reitora da Universidade Federal de Mato Grosso em dois mandatos consecutivos. Maria Lúcia disputou o Senado em 2018 recebendo 172.259 votos.

Gisela é campeã de votos em Cuiabá

PROSGisela Simona, chefe do Procon Estadual e advogada. Candidata pela primeira vez, em 2018 Gisela recebeu 50.682 votos para deputada federal – 33.762 em Cuiabá, sua cidade, onde conquistou a maior votação para o cargo – ficando com a primeira suplência.

NOVOWaldir Caldas, advogado criminalista e professor universitário que em 2018 estreou na política disputando o Senado e recebendo 71.494 votos

PTCarlos Abicalil, professor secundarista, sindicalista e ex-deputado federal.

PODE – Policial rodoviário federal, advogado e matemático, José Medeiros é deputado federal, ex-suplente de senador e ex-senador.

PP – O empresário e agronômo Blairo Maggi que foi suplente de senador, governador em dois mandatos consecutivos, senador e ministro da Agricultura. Blairo nega que pretenda disputar o Senado, mas nos bastidores se comenta que até mesmo sua chapa estaria formada tendo na primeira suplente Júlio Campos(DEM), que foi prefeito de Várzea Grande, duas vezes deputado federal, governador e senador; e com Cidinho dos Santos (PL) na segunda suplência.

Pivetta sem apoio de Mauro Mendes
Pivetta sem apoio de Mauro Mendes

Após a ventilação dessa chapa, o PL lançou Neurilan Fraga ao Senado, o que inviabiliza o nome de Cidinho. Mais: o nome do presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho (DEM) entrou na lista dos prováveis candidatos, o que se confirmado deixaria Blairo sem os dois suplentes citados.

Enquanto alternativa o PP também costura o nome do deputado federal Nery Geller, que já foi suplente de deputado federal e vereador por Lucas do Rio verde.

PDT – O vice-governador Otaviano Pivetta, que é empresário, foi secretário estadual de Agricultura e cumpriu três mandatos de prefeito de Lucas do Rio Verde e um de deputado estadual.

PSL – O deputado estadual Claudinei de Souza Lopes, que é delegado da Polícia Civil e adota o nome parlamentar de Delegado Claudinei.

A campanha extemporânea de Botelho ao Senado
A campanha extemporânea de Botelho ao Senado

DEM – O presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho, está em cena. A provável candidatura de Botelho poderia estar por trás da fala do governador democrata Mauro Mendes, contrário à possível entrada do vice Otaviano Pivetta na disputa.

Botelho é o único entre os pré-candidatos, que lançou sua campanha, o que se traduz em campanha eleitoral extemporânea e crime eleitoral. No final da semana passada, as redes sociais foram inundadas com um cartaz sobre sua candidatura. Mais: também nas redes sociais o cantor e compositor Pescuma lançou uma música-tema da candidatura de Boelho.

Botelho não se pronunciou sobre o cartaz e a música-tema. Caso o Ministério Público Eleitoral decida agir sobre essa situação, não faltariam elementos para denunciar o presidente da Assembleia Legislativa.

MDB – O eterno presidente regional do partido e deputado federal em quinto mandato, Carlos Bezerra, é ventilado para a disputa. Bezerra por duas vezes foi prefeito de Rondonópolis, foi governador e senador, e perdeu algumas eleições.

ARRAIA-MIÚDA – Vários nomes são cogitados, mas sem consistência. Dentre eles o deputado estadual democrata Dilmar Dal’Bosco, o deputado federal Nelson Barbudo (PSL), o ex-deputado federal Victorio Galli (Patriota), a empresária Margareth Buzetti (PP), o deputado estadual Sílvio Fávero (PSL), o deputado estadul Elizeu Nascimento (DC) e Max Russi (PSB)..

*Fonte: Site Boa Midia.

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