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Economia

Bancos fazem mutirão para negociar dívidas em atraso

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Começa nesta segunda-feira (2) a Semana de Negociação e Orientação Financeira, que ocorrerá até sexta-feira (6) em todo o país.

Durante o mutirão, organizado pelo Banco Central e pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban), parte das agências bancárias de todo o país, de sete instituições financeiras (Banco do Brasil, Banrisul, Bradesco, Banco Pan, Caixa Econômica, Itaú e Santander), terá o horário estendido até as 20h para oferecer orientação financeira e negociar dívidas em atraso de seus clientes, em condições especiais. A lista completa pode ser acessada no site Papo Reto, da Febraban.

A negociação ainda poderá ser feita nas demais agências desses bancos, localizadas em todo o território nacional, no horário normal de funcionamento, nos canais digitais das instituições e pela plataforma consumidor.gov.br.

Segundo a Febraban, os bancos Votorantim e Safra também participam da iniciativa, somente por meio dos canais digitais.

Banrisul

O Banrisul informou que oferecerá desconto sobre o total da dívida e nos juros. Além do atendimento nas agências, o banco oferece o Portal de Solução de Dívidas, localizado em seu site, e por meio do aplicativo Banrisul Digital, na função Resolva Dívidas em Atraso. No site do Banrisul, o cliente tem acesso ainda a orientações financeiras na área Crédito Consciente.

Banco do Brasil

O BB dará descontos de até 92% na liquidação de dívidas e oferecerá prazos que podem chegar a 120 meses, além de até 180 dias de carência. O banco também oferecerá, promocionalmente, taxas de juros até 14% menores para as operações de renegociação. Além das agências, o banco também dá a opção de atendimento digital pelo Portal de Renegociação de Dívidas e pelo aplicativo do BB.

Bradesco

O Bradesco informou que participa do mutirão da dívida com prazos e taxas diferenciadas, de acordo com o perfil dos clientes. “O Bradesco vai participar da Semana da Negociação e Orientação Financeira, organizada pela Febraban e o Banco Central, oferecendo prazos e taxas diferenciadas para a renegociação de dívidas. As condições serão estruturadas de acordo com o perfil de cada cliente. Vamos realizar intensiva comunicação com clientes potenciais. As Agências e canais de atendimento estarão preparadas para atender aos clientes com alçada para negociar eventuais sugestões de condições para a renegociação dos pagamentos”, disse em nota.

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Caixa Econômica Federal

Segundo a Caixa, na renegociação do crédito comercial, os clientes podem quitar dívidas que estejam em atraso há mais de 1 ano, com até 90% de desconto para pagamento à vista, de acordo com as características da operação. Podem ainda unificar os contratos em atraso e parcelar em até 96 meses, realizar uma pausa no pagamento de até uma prestação vencida ou a vencer e efetuar a repactuação da dívida, com possibilidade de aumento do prazo.

As condições também englobam os contratos habitacionais. Uma das alternativas oferecidas compreende o pagamento de um valor de entrada e a incorporação do restante da dívida em atraso às demais prestações do contrato, permitindo que o cliente retome seu fluxo de pagamento mensal.

Para outro grupo de clientes, há possibilidade, após o pagamento da entrada, de fazer acordo para pagamento de uma prestação por mês na data de vencimento, durante três meses consecutivos. Após esse prazo, as demais prestações que ainda estiverem em atraso serão incorporadas ao saldo do contrato.

Para o cliente que tem saldo na conta do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), outra opção é utilizar o recurso para reduzir a prestação em até 80% por 12 meses. Essa condição vale para clientes que apresentam até três parcelas do financiamento em atraso.

Segundo a Caixa, as condições variam de acordo com as características do contrato e o tipo de operação.

A renegociação também pode ser feita por meio do site www.negociardividas.caixa.gov.br, via telefone e WhatsApp 0800 726 8068, nos perfis do banco no Facebook e no Twitter, APP Cartões Caixa, nos caminhões Você no Azul e nas agências. Na habitação, os clientes contam ainda com a possibilidade de renegociar a dívida pelo serviço Habitação na Mão do Cliente, nos telefones 3004-1105 (capitais), opção 7, ou 0800 726 0505 (demais cidades).

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Itaú Unibanco

O atendimento no Itaú Unibanco ocorrerá nas agências, pelo site, aplicativo e na central telefônica. Segundo o banco, o cliente vai encontrar taxas reduzidas, a partir de 1,99% – nesse caso, para débitos com mais de 90 dias de atraso –, e prazo de até 30 dias para o pagamento da primeira parcela. Quem for pessoalmente renegociar pode obter desconto de até 90% nas dívidas com atraso superior a um ano; ter a opção de pagamento da dívida renegociada em até 6 vezes, com parcelas fixas; ou parcelamento, em até 60 meses do valor devido.

Santander

O Santander informou que a renegociação envolve descontos de até 90% no valor da dívida. Clientes com atrasos de até 60 dias terão reduções nas taxas de até 20%. Já para acordos com atrasos acima de 60 dias, dependendo do caso, os descontos serão de até 90% no valor total da dívida.

As condições especiais serão válidas para as modalidades crédito pessoal, consignado, capital de giro, conta garantida, Santander Master, descontos de recebíveis e cartão de crédito nos canais de relacionamento do banco (aplicativo, central telefônica, portal de renegociação e agências). No período da campanha, o Santander também manterá algumas de suas agências abertas até as 20h para o atendimento, com orientação financeira aos clientes.

Dívidas com bancos

Segundo levantamento da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), a maior parte das dívidas (53%) em aberto no país está ligada a instituições financeiras. Já o comércio responde por uma fatia de 17% do total de dívidas. O setor de comunicação foi responsável por 12% das pendências e as contas de água e luz, por 10%.

 

Fonte: Agência Brasil

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Economia

Receita libera R$ 14,8 mi para o MT no último lote de restituição do IR

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A Receita Federal lançou nesta segunda-feira (9), a consulta ao sétimo e último lote de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2019. Neste novo lote, cerca de 7 mil mato-grossenses serão beneficiados, o que totaliza a liberação de R$ 14,8 milhões para o Estado.

O valor será liberado na próxima segunda-feira (16). Para saber se teve a restituição liberada, o contribuinte debe acessar os canais de atendimento da Receita Federal. No país serão depositados R$ 700 milhões a 320,6 mil pessoas.

Cerca de 700 mil declarações de 2018 estão retidas na malha fina por inconsistências nas informações enviadas. Para saber se a declaração está retida na malha, os contribuintes podem acessar o site da Receita Federal e fazer a consulta por meio do Extrato de Processamento da DIRPF. Para acessar é necessário utilizar o código de acesso gerado na própria página da Receita ou certificado digital emitido por autoridade habilitada.

Inexistindo erro na declaração apresentada e estando de posse de todos os documentos comprobatórios, o contribuinte pode optar por aguardar intimação ou agendar pela internet uma data e local para apresentar os documentos e antecipar a análise de sua declaração pela Receita Federal.

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(informações jornal A Gazeta)

 

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Economia

Etanol e gasolina estão mais caros

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Agora é a vez dos combustíveis assustarem os consumidores. Motoristas que abasteceram o veículo nesta segunda-feira (9) se depararam com preços ainda maiores que os vistos no sábado (7), quando a alta começou a ser percebida nos postos. O litro do etanol está sendo vendido na Capital por até R$ 2,87, alta de 8,7% sobre o preço médio praticado na semana de 1º a 7 de dezembro (R$ 2,64), e de 15,2% se comparado o valor do fim de novembro (R$ 2,49). A gasolina também ficou mais cara e o consumidor paga até R$ 4,77 pelo litro, alta de 5% e de 7%, na mesma base comparativa, segundo levantamento de preços da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

 

Em nota, o Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (Sindipetróleo/MT) afirma que os reajustes são consequência dos aumentos registrados nas distribuidoras. “Numa pesquisa rápida entre os revendedores, há relatos de aumento de 17 centavos de quarta para quinta-feira passada, por uma grande distribuidora atuante em Mato Grosso”.

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Ainda conforme a entidade, entre os motivos que contribuíram para a alta nas bombas estão a alta do etanol nas usinas, produto misturado à gasolina, e do biodiesel, usado no óleo diesel, além da valorização do petróleo no mercado internacional. Tamanho aumento no preço do combustível obrigará o técnico agropecuário Carlos Henrique Ferreira, 25, a se mudar para Acorizal, onde trabalha. Ele sai de Cuiabá diariamente para trabalhar na cidade que fica a 62 km da Capital.

 

“Estou gastando cerca de R$ 1,5 mil com combustível. Tenho carro também mas só uso para sair com a família. Para trabalhar uso a moto, que é flex, mas que está gerando um custo muito elevado. Agora, com mais esse aumento, vou me mudar para Acorizal e voltar só no fim de semana para ficar com a família. Esse aumento vai gerar um impacto inicial de R$ 300 no orçamento”.

 

A administradora de empresas Fabyane Nagazawa, 36, gastava, em média, R$ 95 a cada vez que ia ao posto abastecer com etanol. Nesta segunda-feira gastou R$ 114. “Se você considerar 3 abastecimentos por mês são R$ 60 de diferença, o que daria para fazer a feira na semana. É um absurdo”.

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O Sindipetróleo ressalta que o mercado é livre e competitivo em todos os segmentos, cabendo a cada posto revendedor decidir se irá repassar ou não os reajustes ao consumidor.

 

Fonte: Gazeta Digital

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MT arrecadou cerca de R$ 33 bilhões em tributos, segundo ‘impostômetro’

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De acordo com o ‘impostômetro’, instalado na Avenida do CPA, em Cuiabá, Mato Grosso arrecadou de 1º de janeiro a 06 de dezembro deste ano, aproximadamente R$ 33.859 bilhões em tributos.

Uma pesquisa divulgada pelo Sebrae, aponta que estado ocupa a 1ª colocação entre as 26 unidades federativas no quesito de maior imposto para instalação e a operação de micro ou pequena empresa. Mato Grosso tem uma alíquota de 8,62%.

De acordo com a Federação do Comércio (Fecomércio/MT), isso deixa o estado em desvantagens se comparado a outros estados e dificulta o investimento de pequenos empreendedores.

Ainda segundo a pesquisa do Sebrae, o Paraná apresenta a menor alíquota, com 4,66%. Se comparado aos demais estados da região Centro-Oeste, Mato Grosso continua com a maior alíquota.

Em Goiás, o percentual tributário é de 5,48%, no Distrito Federal e Mato Grosso do Sul, as alíquotas 6,30% e 6,32%, respectivamente.

Fonte: G1

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