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Austrália retira conservadores do poder após 9 anos

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O primeiro-ministro australiano, Scott Morrison, reconheceu neste sábado sua derrota nas eleições, e o Partido Trabalhista, de oposição, está prestes a pôr fim a quase uma década de governo conservador, possivelmente com o apoio de independentes que fizeram campanha por políticas mais ecológicas.

Os resultados parciais mostravam que, ainda que os trabalhistas tenham obtido pequenos avanços, a coalizão liberal-nacional de Morrison foi castigada pelos eleitores na Austrália Ocidental e nos distritos urbanos abastados.

Os Verdes e um grupo dos chamados “independentes de cerceta” que fizeram campanha em favor da integridade, igualdade de gênero e combate às mudanças climáticas, obtiveram um bom resultado, aproveitando a ira dos eleitores pela inação diante do aquecimento global após algumas das piores inundações e incêndios na Austrália.

O novo parlamento parece que será muito menos cético em relação ao clima do que o governo de Morrison, muito favorável à mineração de carvão.

“Esta noite falei com o líder da oposição e primeiro-ministro de entrada, Anthony Albanese. E o parabenizei por sua vitória eleitoral nesta noite”, disse Morrison, acrescentando que estava deixando a liderança de seu partido.

Albanese, dirigindo-se a seus apoiadores, disse que queria unir o país.

“Acho que as pessoas querem se unir, buscar nosso interesse comum, buscar esse senso de propósito comum. Acho que as pessoas estão cansadas da divisão, o que elas querem é se unir como nação e eu pretendo liderar isso.”

Nos resultados obtidos até o momento, os trabalhistas ainda não haviam alcançado 76 das 151 cadeiras necessárias na Câmara para formar um governo isolado. Os resultados definitivos podem demorar devido à contagem de um número recorde de votos por correio.

Com 55% dos votos apurados, os trabalhistas tinham 72 cadeiras e a coalizão de Morrison, 52. Independentes e os Verdes tinham 11, segundo projeções da Australian Broadcasting Corp. Outras 16 cadeiras estavam em dúvida.

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Brasileiros são bem-vindos em Portugal, diz presidente português

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Os brasileiros são bem-vindos em Portugal, inclusive dispondo de novas leis que facilitam a entrada e a procura por trabalho, afirmou o presidente português, Marcelo Rebelo de Souza. Ele participou, neste sábado (2), de cerimônia alusiva ao centenário da primeira travessia aérea do Atlântico Sul, pela expedição Lusitânia, em homenagem ao então Centenário da Independência do Brasil.

“[Tem uma nova lei] que permitiu até mais uma geração adquirir a nacionalidade portuguesa. E o brasileiro tem hoje hipóteses mais amplas para poder ter a residência, para ter os seus documentos formais e poder circular na Europa”, disse o presidente, ao final da cerimônia, que contou também com a participação do prefeito do Rio, Eduardo Paes.

Rebelo de Souza destacou ainda um novo tipo de visto, que permitirá aos brasileiros entrarem em Portugal para procurar emprego: “Vai entrar em vigor o novo visto para procurar trabalho, muito brevemente”.

Perguntado como os brasileiros estão sendo recebidos em Portugal, o presidente disse que da melhor forma possível.

“Muito bem [recebidos] nos últimos anos. Cresceu o número de brasileiros para bem mais de 200 mil. Há uma cidade, que não é Lisboa ou Porto, se chama Braga, que em menos de dez anos cresceu 137% o número de brasileiros”, frisou Rebelo de Souza.

O prefeito do Rio, Eduardo Paes, destacou em seu discurso as ligações históricas entre os dois países e deu boas-vindas, em nome do povo brasileiro, ao presidente português e sua comitiva.

“Quero deixar as boas-vindas calorosas do povo brasileiro, que tanto admira o povo português, que tanta identidade tem, e dizer que o senhor é muito bem-vindo a este país. Recebemos o senhor de braços abertos”, disse Paes, durante a cerimônia, no 1º Distrito Naval, onde houve o descerramento de uma placa alusiva.

Travessia

Um marco para a navegação aérea mundial, de 30 de março a 17 de junho de 1922, os aviadores portugueses Gago Coutinho e Sacadura Cabral empreenderam a primeira travessia aérea do Atlântico Sul. Partindo do Rio Tejo, em Lisboa, onde a aeronave batizada por Lusitânia, um hidroavião monomotor especialmente concebido para a ocasião, realizou o primeiro voo ligando Portugal ao Brasil, repetindo, assim, pelo ar, a viagem marítima do navegador português Pedro Álvares Cabral, alguns séculos antes.

Ao todo, a missão aérea durou 62 horas e 26 minutos, percorrendo cerca de 8.300 quilômetros, fazendo escalas em Las Palmas, Gando, São Vicente, São Tiago, Penedos de São Pedro e São Paulo, Fernando de Noronha, no Recife, em Salvador, Porto Seguro, Vitória e, por fim, no Rio de Janeiro, que na época era a capital brasileira.

Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Internacional

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Brasil assume presidência rotativa do Conselho de Segurança da ONU

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O Brasil assumiu hoje (1º) a presidência rotativa do Conselho de Segurança das Nações Unidas (CSNU). O país ficará no comando do principal órgão multilateral responsável pela paz e segurança internacionais por todo o mês de julho. Este é o 11º mandato eletivo do Brasil durante o biênio 2022-2023.

Durante a presidência do Brasil, o Conselho de Segurança vai examinar a situação de segurança na Ucrânia, Síria, África Ocidental e região do Sahel, Colômbia, Líbano, Sudão, Oriente Médio, Haiti, Iêmen, Chipre, Líbia e Ásia Central. Também estão previstas resoluções sobre as missões da ONU no Haiti, Iêmen, Chipre e Líbia, e sobre regimes de sanções em vigor para Líbia e República Centro-Africana.

Entre as ações a serem executadas pelo Brasil em julho estão dois debates. O primeiro, no dia 12, sobre a importância da comunicação estratégica em operações de manutenção da paz e o segundo, no dia 19, sobre crianças e conflitos armados. Esse último debate será presidido pelo Secretário-Geral das Relações Exteriores, Embaixador Fernando Simas Magalhães.

“Durante o mandato do Brasil no CSNU e, em especial durante a presidência em julho, o Brasil buscará ampliar espaços de negociação e diálogo, promover agenda construtiva e investir em iniciativas que contribuam de maneira concreta para a manutenção da paz e segurança internacionais, em consonância com os preceitos constitucionais relevantes”, afirmou o Ministério das Relações Exteriores, em nota.

Edição: Lílian Beraldo

Fonte: EBC Internacional

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Túmulos de quatro crianças astecas são descobertos no México

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 No coração do centro histórico da Cidade do México, arqueólogos mexicanos descobriram onde quatro crianças astecas foram sepultadas cerca de cinco séculos atrás.

Arqueólogos do Instituto Nacional de Antropologia e História do México encontraram os esqueletos dentro do que acreditam ter sido uma casa asteca tradicional com quatro quartos, com data entre 1521 e 1620, no início do período colonial do país.

As escavações também descobriram objetos pré-hispânicos, praticamente intactos séculos depois, como vasos de barro, potes de cerâmica e uma figura de pedra de uma mulher segurando uma criança, disse o instituto em um comunicado esta semana.

Os astecas eram uma civilização guerreira e muito religiosa, que construiu obras monumentais e praticava o sacrifício humano. No entanto, pesquisadores dizem que as crianças encontradas morreram de causas naturais e foram sepultadas em um tradicional estilo pré-hispânico.

Juan Carlos Campos, arqueólogo que liderou a escavação, disse que os indígenas enfrentavam duras condições de vida e não conseguiram fugir depois que os conquistadores espanhóis tomaram a capital asteca Tenochtitlán, que se tornou a Cidade do México.

Os astecas governaram um império que se estendeu do Golfo do México ao Oceano Pacífico, abrangendo grande parte do que é a região central do México em tempos modernos. Tenochtitlán foi conquistada pelo espanhol Hernán Cortés em 1521.

Fonte: EBC Internacional

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