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Alvo da Operação Fake News depõe na PF em Cuiabá

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Reprodução Facebook

Marcelo Stachin, alvo da Polícia Federal, no inquérito nº 4.781 do Supremo Tribunal Federal (STF), chegou, neste momento, na superintendência da PF de Mato Grosso, em Cuiabá, acompanhado do seu advogado, para prestar depoimento.

Stachin estava em Nova Mutum, interior do Estado, quando a Operação foi deflagrada nas primeiras horas da manhã desta quarta-feira (27) em Mato Grosso e outros cinco estados.

Antes de depor, Marcelo Stachin fez uma live em suas redes sociais comentando o assunto.

Mais cedo, em entrevista ao G1, Stachin havia dito que apoia o presidente Jair Bolsonaro, mas que nunca teria feito nenhum tipo de ameaça a qualquer membro do Supremo Tribunal Federal (STF).

OPERAÇÃO DAS FAKE NEWS

Foram cumpridos cumpridos 29 mandados de busca e apreensão no âmbito do referido procedimento, conduzido pelo ministro Alexandre de Moraes.

As ordens judiciais estão sendo cumpridas no Distrito Federal, Rio de Janeiro, São Paulo, Mato Grosso, Paraná e Santa Catarina.

O inquérito para apurar “notícias falsas”, ofensas e ameaças que “atingem a honorabilidade e a segurança dos membros do Supremo Tribunal Federal foi aberto em este ano pelo presidente  ministro Dias Toffoli sem um pedido de autoridades policiais ou procuradores e sem a participação do Ministério Público.

Também por conta própria, Toffoli designou Alexandre de Moraes como relator do caso. Não houve sorteio entre os ministros do Tribunal, como é norma regimental no caso dos inquéritos comuns.

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Ronaldo Costa de Souza
Ronaldo Costa de Souza

Só gostaria de saber, caso encontre fatos tipificados como crimes, já que a PGR se manifestou contrário ao Inquérito. Muito provavelmente, não apresentará denúncia. Ou seja, em acontecendo isso, será que o STF vai investigar, denunciar e julgar ?? Será que estamos prestes ao retrocesso da inquisição ???

URGENTE

PF e Exército fazem operação para desocupação de garimpo

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A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quinta-feira (28/5), em Pontes e Lacerda/MT, a operação ALFEU, em cumprimento à decisão judicial da 2ª Vara da Justiça Federal de Cáceres/MT.

A operação tem o objetivo de apurar associação criminosa voltada ao desmatamento e garimpo ilegal no Rio Sararé.

A área está localizada na Terra Indígena Sararé, onde as investigações apontam a ocorrência de graves danos ambientais ao rio e à vegetação ciliar.

Os levantamentos indicam que as degradações aumentaram intensamente durante a pandemia COVID-19, com a crença dos criminosos de que os agentes públicos não atuariam para combater o crime na região.

Na ação de hoje, os policiais cumprem seis mandados de prisão e sete mandados de busca e apreensão.

Concomitante, a PF realiza a desocupação do garimpo ilegal, em ação integrada com o Exército Brasileiro.

Os instrumentos utilizados na empreitada criminosa serão apreendidos. Estes objetos e demais bens sem valor econômico e impossíveis de serem removidos serão inutilizados, tudo conforme determinado pela Justiça.

A Operação Alfeu faz parte da ação nacional Verde Brasil 2 e conta com a participação de 200 agentes públicos federais, entre eles, policiais federais, militares, agentes da Fundação Nacional do Índio (Funai) e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

Precauções estão sendo adotadas para que os integrantes da associação criminosa não entrem nas aldeias indígenas localizadas próximas à área de extração.

O Exército realiza um bloqueio no local, com dezenas de militares impedindo a chegada dos garimpeiros.

O nome da operação é uma referência ao deus do rio na mitologia grega.

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